A desigualdade da saúde refere as diferenças em uma disposição dos cuidados médicos entre grupos dois ou mais demográficos apesar deles que têm o acesso comparativo aos serviços dos cuidados médicos.
A pobreza, precárias condições de moradia, o ambiente urbano inadequado, condições de trabalho insalubres são fatores que afetam negativamente as condições de saúde de uma população.
A desigualdade em saúde se manifesta como privação relativa ao acesso, controle e poder; é a distribuição da saúde e da doença entre os estratos sociais de maneira hierárquica, gerando inclusive – como já dito – distúrbios psíquicos entre as distintas categorias.
Na saúde, um dos reflexos provocados pela desigualdade social é a incidência das chamadas doenças negligenciadas. Causadas por parasitas ou agentes infecciosos e com tratamentos já conhecidos, apresentam maior ocorrência nos países em desenvolvimento e são consideradas endêmicas em populações de baixa renda.
Estas desigualdades, com frequência, transferem-se para o campo da saúde, tornando-se visíveis seja nas desiguais condições de saúde dos diferentes grupos, seja nos níveis de riscos à saúde, seja no acesso diferenciado aos recursos disponíveis no sistema de saúde.
A desigualdade social é um processo existente dentro das relações da sociedade, presente em todos os países do mundo. Faz parte das relações sociais, pois determina um lugar aos desiguais, seja por questões econômicas, de gênero, de cor, de crença, de círculo ou grupo social.
Desigualdade econômica; desigualdade regional; desigualdade racial e desigualdade de gênero.
Desigualdades referem-se aquelas dife- renças percebíveis e mensuráveis existentes quer nas condições de saúde, quer sejam relacionadas às diferenças no acesso aos serviços de preven- ção, cura ou reabilitação da saúde (desigualdades no cuidado à saúde).
Boa parte deles, em suas teorias, coloca a existência da desigualdade social num vértice em comum: a concentração do dinheiro, ou seja, a má distribuição de renda. ... Falta de investimento nas áreas sociais, em cultura, em assistência a populações mais carentes, em saúde, educação; Falta de oportunidades de trabalho.
A conexão entre a produção acadêmica e ações do governo em nível local, através da parceria entre as ciências sociais e a saúde pública, é reconhecida como a melhor estratégia para atuar na redução das desigualdades sociais em saúde.
As desigualdades sociais em saúde não são nenhuma novida- de. Elas vêm sendo documentadas há muito tempo, principal- mente a partir do século XIX.
Estas desigualdades, com frequência, transferem-se para o campo da saúde, tornando-se visíveis seja nas desiguais condições de saúde dos diferentes grupos, seja nos níveis de riscos à saúde, seja no acesso diferenciado aos recursos disponíveis no sistema de saúde.
Mas, quando falamos em desigualdade social geralmente es- tamos nos referindo a situações que implicam algum grau de injustiça, isto é, diferenças que são injustas porque estão associa- das a características sociais que sistematicamente colocam alguns grupos em desvantagem com relação à oportunidade de ser e se manter sadio.
No atual contexto internacional, com os estados nacionais envolvidos no processo de globalização econômica, as discussões sobre as desigualdades distinguem aquelas dentro de uma mesma nação daquelas entre as nações.
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