Na visão de Sócrates, “o belo é o útil”, ou seja, a beleza não está associada à aparência de um objeto, mas em quão proveitoso ele for. Já Aristóteles, discípulo de Platão, possuía outro conceito de belo. Para ele, uma obra só poderia ser considerada bela se fosse capaz de promover a catarse em seus admiradores.
Para Platão, o Belo está pautado na noção de perfeição, de verdade. Para ele, a Beleza existe em si mesma, no mundo das ideias, separada do mundo sensível (que é o mundo concreto, no qual vivemos). ... O filósofo entende que o Belo não pode ser desligado do homem, já que ele está em nós, é uma fabricação humana.
Para Sócrates o “ser” belo se impõe sobre a “aparência”. Para Hípias o belo nada mais é do que uma aparência que se impõe sobre todas as coisas. Mas Sócrates não está, de fato, procurando saber o que produz a aparência ou o ser (enquanto aparência) da beleza, mas sim o que é a própria beleza.
um rosto de felicidade onde tem um sorriso. boa alimentação. um fenômeno lindo de se admirar quando estamos confusos. apenas um padrão de moda que se modifica de tempo em tempo.
O que é Arte: Uma obra de arte transmite uma ideia, um sentimento, uma crença ou uma emoção. ... Segundo Aristóteles, está na origem da atividade artística a propensão natural do homem a imitar. Para o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), a arte diferencia-se da natureza por ser uma atividade racional e livre.
Os pensamentos de Górgias estiveram centrados nos temas do subjetivismo, do relativismo, do asceticismo e do ceticismo absoluto. Assim, ele se demostrou cético em relação à ciência e à razão. ... Górgias acreditava que não existia uma verdade absoluta, chegando a conclusão sobre a ilusão gerada pelos sentidos.
Com bases em diferentes padrões em épocas diversificadas, os filósofos desenvolveram conceitos próprios aliados ao que é belo e na experiência de contemplação dessas coisas ou mesmo pessoas. De acordo com Immanuel Kant, ainda no século XVIII, o belo está associado àquilo que agrada de forma universal.
A etimologia da palavra “belo” vem do latim bellus, que significa “lindo, bonito, encantador”, muito usado na época clássica apenas para mulheres e crianças, enquanto para os homens tinha sentido pejorativo. O termo belo pode ter vindo também do indo-europeu DW-EYE e ter relação com bônus, de “bom”, e bene, de “bem”.
O conceito de Beleza, da forma que é utilizado nos dias de hoje, advém de raízes longínquas e é proferida por algumas ideias filosóficas que dão sustentação a toda essa prática discursiva. Ao longo da história a crença no Belo ideal, tal como pensado pela Filosofia, não perdeu poder e tem incidência na nossa época contemporânea.
Temos assim então que a Beleza para Aristóteles reside em ordem, harmonia e grandeza. Hegel, que é um idealista e bebeu de Platão, diz em seu famoso curso de Estética que a Beleza é uma das armas mais poderosas que o homem possui para superar o seu destino trágico.
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