No inverno, essa espécie precisa cavar na neve para encontrar comida. Eles cavam usando seus chifres e comem líquens, mais conhecidos como musgos de rena.
As renas são animais herbívoros, ou seja, alimentam-se apenas de vegetais, como capins, arbustos e líquens. Geralmente apresentam um comportamento seletivo ao se alimentar, escolhendo plantas com botões florais e folhas desdobradas.
Quando precisam ficar quentinhas, um grande mecanismo das renas para lidar com temperaturas baixas são seus focinhos: conseguem reduzir a temperatura do ar expirado para algo em torno de 21ºC, o que preserva calor - no ser humano, por exemplo, a temperatura de saída é 32ºC.
Elas gostam de líquens
Para se adaptar ao ambiente severo em que vivem, não são muitas as opções de alimentos que possuem. Por isso, as renas adoram os líquens, principalmente os da espécie Cladonia rangifera, ou “musgo de rena”, como é popularmente conhecido.
Pesquisadores descobriram que a rena do Ártico, que possui uma pelagem que a ajuda a sobreviver a invernos rigorosos, recorre a uma combinação estratégica para se refrescar manter estável a temperatura do corpo quando seu corpo se aquece ao correr.
37 curiosidades que você vai gostar
Os chifres são usados nas brigas com outros machos para escolha da fêmea na época da reprodução, que acontece no verão. No final do outono ou início do inverno eles caem. Assim, no seu lugar pode nascer uma galhada nova, já que é comum se quebrarem no corpo-a-corpo dos machos.
O Pastor Finlandês da Lapônia, também conhecido como Nordic Spitz e Lapponian Herder, tem origem na Finlândia onde, por centenas de anos, é usado como pastores de renas. A raça foi aceita oficialmente em meados de 1950.
As renas são os animais escolhidos pelo Papai Noel para puxar o trenó sobre o qual ele faz sua jornada do pólo norte e traz muitos presentes para crianças pequenas. Havia originalmente oito renas, ou seja, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitzen.
As renas correm como o vento. As renas, em geral, caminham cerca de 20 a 60 quilômetros por dia durante a migração e correm a velocidades de até 80 km/h.