O feedback negativo ou retroalimentação negativa é um dos mecanismos mais importantes para a manutenção da homeostase do nosso corpo, ou seja, para o equilíbrio interno. Esse mecanismo garante uma mudança contrária em relação à alteração inicial, ou seja, produz respostas que reduzem o estímulo inicial.
Como exemplo de feedback negativo, podemos citar a regulação dos níveis de açúcar no nosso sangue. Quando os níveis de açúcar em nosso corpo sobem, como quando nos alimentamos, observa-se o aumento da liberação de insulina. Essa insulina inibirá a liberação de glicose no fígado e estimulará o acúmulo de glicogênio.
A regulação da glicemia no organismo depende basicamente de dois hormônios, o glucagon e a insulina. A ação do glucagon é estimular a produção de glicose pelo fígado, e a da insulina é bloquear essa produção, além de aumentar a captação da glicose pelos tecidos periféricos insulino-sensíveis.
Mecanismo de controlo, também designado de retrocontrolo, retroação ou feedback, que intervém em situações em que o parâmetro normal de uma dada variável é alterado (desvio de um ponto de equilíbrio estabelecido), contrariando essa alteração (retroalimentação negativa) ou incrementando-a (retroalimentação positiva).
Este controle toma a forma de uma retroalimentação negativa, ou seja, quando a secreção dos hormônios T3 e T4, da tireoide, diminui, estimula a aumentar a secreção de TSH, para compensar a baixa. Ao mesmo tempo, quando a secreção do T3 e T4 aumenta, a secreção de TSH diminui.
Existem ainda situações em que os dois tipos de feedback são simultâneos. Por exemplo, no caso da coagulação sanguínea, a ativação da cascata da coagulação acontece por feedback positivo, mas faz parte de um processo de feedback negativo para a manutenção do volume sanguíneo normal.
Um dos conceitos mais importantes da fisiologia é o de feedback, termo em inglês que normalmente é traduzido como retroalimentação. Esse termo foi proposto para nomear o conjunto de respostas promovidas pelos sistemas do nosso corpo diante de um desequilíbrio.
Insulina e glucagon A insulina e o glucagon são hormônios produzidos pela parte endócrina do pâncreas e atuam no controle da glicemia no sangue. Esses dois hormônios atuam de formas opostas, enquanto um aumenta a concentração de glicose na corrente sanguínea, o outro a diminui.
O controle glicêmico pode ser monitorado por glicemias de jejum, pré-prandial, pós- prandial e pela hemoglobina glicada (HbA1c). As glicemias são utilizadas para orientar o ajuste de dose da medicação empregada, uma vez que apontam os momentos no decorrer do dia em que ocorre falta ou excesso de sua ação.
O feedback negativo ou retroalimentação negativa é um dos mecanismos mais importantes para a manutenção da homeostase do nosso corpo, ou seja, para o equilíbrio interno. Esse mecanismo garante uma mudança contrária em relação à alteração inicial, ou seja, produz respostas que reduzem o estímulo inicial.
O nível de glicose no sangue é mantido constante através de um mecanismo de retroalimentação negativa. Quando o nível de glicose encontra-se alto, o pâncreas secreta insulina, fazendo-o baixar; já quando o nível está baixo, o pâncreas secrete glucagon, o que aumenta o nível de glicose.
No caso da retroalimentação positiva, embora mais rara (veremos um exemplo no sistema reprodutivo) o aumento na sua liberação implica em um estimulo que mantém alta a taxa de produção.
A retroalimentação positiva é também observada nas glândulas mamárias, que secretam leite em resposta à quantidade de ocitocina liberada. Quanto mais ocitocina, mais leite é produzido.
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