De acordo com Morgan (1996), a teoria da contingência baseia-se na premissa da inexistência de um modelo que se adapte a todas as empresas em todas as circunstâncias, pois dependendo do impacto, as mudanças são diferenciadas.
A Teoria da contingência ou Teoria contingencial enfatiza que não há nada de absoluto nas organizações ou na teoria administrativa. Tudo é relativo. Tudo depende.
A premissa da teoria da contingência aplicada à contabilidade gerencial é verificar quais fatores contingentes afetam o modelo de sistema de informação gerencial de forma que o mesmo possa ser adequado à situação em que a organização se encontra.
A teoria contingencial tem como objetivo se adaptar a um ambiente mais incerto, com alto grau de mudanças tecnológicas e de mercado, buscando otimizar a estrutura da empresa conforme os fatores contingenciais e o ambiente assim demandarem.
A teoria contingencial é uma teoria comportamental, que defende a inexistência de uma única maneira ideal de projetar estruturas organizacionais. De acordo com esta ideia, o melhor método para administrar uma empresa depende da situação interna e externa, já que tudo é relativo e está em constante mudança.
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Os fatores contingenciais estratégia, porte, incerteza com relação às tarefas e tecnologia, para Donaldson (1999), são características organizacionais que refletem a influência do ambiente no qual a entidade está inserida. Para a estratégia ser efetiva, é preciso adequar-se aos fatores contingenciais e ao ambiente.
No contexto empresarial, a contingência está relacionada ao resultado e consequências indesejável da concretização de um determinado risco. Refere se a um evento com potencial de paralisar o funcionamento de uma empesa ou parte dela, considerada vital para o atingimento dos seu objetivos estratégicos.
Os fatores contingenciais são definidos como variáveis que influenciam a gestão organizacional, podendo ser classificação como variáveis internas (tecnologia, estrutura, estratégia e porte), e variáveis externas (ambiente) (ESPEJO; FREZATTI, 2008).
Para a Teoria da Contingência Estrutural a organização adapta-se continuamente ao seu meio ambiente e trabalha com diversos fatores contingenciais, tais como: estratégia, tamanho, incerteza com relação às tarefas e tecnologia, refletindo a influência do meio em que está inserida.
A abordagem contingencial é funcionalista e tende a auxiliar os processos decisórios e contribuir para o sucesso da estratégia organizacional. Não apenas é relevante a utilização da teoria, mas também a evidenciação da mesma no ambiente de trabalho.
A abordagem situacional ou contingencial entende que a “eficácia da liderança depende da situação”. Portanto, não existe o melhor estilo de liderança a ser praticado. As teorias contingenciais analisam como os fatores situacionais alteram a eficácia do comportamento e estilo de um líder em particular.
A Teoria Contingencial inicia pesquisas com objetivo de identificar fatores que poderiam influenciar a estrutura das organizações. É uma teoria mais operacionalizável do que a abordagem sistêmica, e foi um grande avanço para as teorias organizacionais a partir das décadas de 50 e 60.
As principais características da Teoria Neoclássica são a ênfase na prática da administração, a reafirmação dos postulados clássicos, a ênfase nos princípios gerais de administração, a ênfase nos objetivos e nos resultados e o ecletismo nos conceitos.
A Teoria da Contingência tem muito a contribuir para o desenvolvimento organizacional. Novos modelos, métodos, abordagens, e técnicas, fundamentados na Teoria da Contingência, estão sendo difundidos pelo ambiente empresarial e tendem a melhorar o desempenho estratégico.
Estrutura burocrática baseada em uma minuciosa divisão do trabalho. Cargos ocupados por especialistas com atribuições bem definidas. Centralização das decisões na cúpula da organização. Hierarquia rígida de autoridade baseada no comando único.
Na tentativa de explicar fenômenos que possam estar relacionados a custos, ressalta-se a Teoria Contingencial. A Teoria Contingencial eclodiu através dos estudos dos pesquisadores Woodward (1958), Burns & Stalker (1960) e Lawrence & Lorsch (1967), no século XX.
As variáveis contingenciais procuram absorver diferentes inter-relações referidas ao ambiente e a organização, especificando vínculos e percebendo o tipo de execução dessas instituições em relação aos requisitos diversificados (HEINZMANN, 2011).
A teoria Contingencial originou-se em decor- rência de pesquisas realizadas por Chandler (1976), Burns e Stalker (1961) e Woodward (1977), dentre outros, com o objetivo de se encontrar modelos de estruturas organizacionais mais eficazes para os di- versos tipos de ambiente, divergindo principalmente da teoria Clássica ...
A Teoria Contingencial de Administração compreende uma relação funcional entre variáveis ambientais e técnico-administrativas. Os aspectos prescritivos e normativos da organização, nessa teoria, são substituídos pelo critério de ajuste entre a organização, o ambiente e a tecnologia.
A definição do conceito de incerteza ambiental é permeada por três componentes, a saber: i) a falta de informação sobre os fatores ambientais associados a uma determinada situação de tomada de decisão; ii) desconhecimento do resultado de uma decisão específica, em termos de quanto a organização poderá perder se a ...
A otimização da estrutura variará de acordo com determinados fatores, tais como: estratégia, tamanho, incerteza com relação às tarefas e tecnologias. Essas características contingenciais, por sua vez, refletem a influência do ambiente em que a organização está inserida.
Na análise do comportamento, o conceito de contingência indicava, originalmente, uma justaposição (temporal ou espacial) entre eventos, mas logo evoluiu para uma concepção de relações de dependência entre os eventos (os ambientais ou comportamentais e os ambientais).
A contingência é, na verdade, o caso mais comum de proposição lógica. Consiste numa proposição composta que pode ser verdadeira ou falsa, dependendo do valor lógico das pre- missas que a constituem.
O ponto fundamental da Teoria Neoclássica é o de ser a Administração uma técnica social básica. Isto leva à necessidade de o administrador conhecer, além dos aspectos técnicos e específicos de seu trabalho, também os aspectos relacionados com a direção de pessoas dentro das organizações.
A Teoria Neoclássica aborda os meios na busca da eficiência, enfatizando os fins e resultados na busca de eficácia. Há um forte deslocamento para os objetivos e resultados.
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