Ao mesmo tempo em que ajuda os médicos a diagnosticar doenças, a radiação pode ser perigosa. Se for em grande quantidade ou muito repetida, ela pode alterar o DNA das células humanas. Olhos, tireoide, medula óssea e sistema reprodutor são as partes mais sensíveis.
A radiação ionizante é capaz de alterar o número de cargas de um átomo, mudando a forma como ele interage com outros átomos. Pode causar queimaduras na pele e, dentro do corpo, dependendo da quantidade e intensidade da dose, causar mutações genéticas e danos irreversíveis às células.
RESULTADOS: Segundo a maioria dos estudos epidemiológicos, atualmente os riscos de câncer dos radiologistas e técnicos são até menores do que os das populações não expostas. O principal motivo foi a diminuição de cerca de 2 mil vezes na dose de exposição: de 1.000 mSv/ano até 1930, para apenas 0,5 mSv/ano, atualmente.
Os técnicos em radiologia e outros profissionais que atuam nessa área estão sujeitos à exposição a radiações ionizantes, que aumentam os riscos de doenças como neoplasias, anemia aplástica, púrpura, radiodermatite, infertilidade, entre outras.
Riscos da Radiologia
Tanto o técnico em Radiologia quanto o tecnólogo formado na área atuam boa parte do tempo recebendo radiação ionizante presente no “Raio X”. Essa radiação em níveis elevados pode prejudicar o organismo humano através de danos físicos, químicos e biológicos que podem atingir tecidos e órgãos.
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Destarte, as principais doenças geradas pela radiação são: deformidades crônicas, problemas respiratórios e de circulação, envenenamento, diversos tipos de câncer, perturbações mentais, infecções, hemorragias, leucemia, anemia, catarata, dentre outros.
Quando a dose de radiação é alta, muitos tecidos e órgãos do corpo são atingidos. Entre os sintomas, estão náuseas e vômitos, queda de cabelo, distúrbios do comportamento, alterações no sangue e lesões na pele. Quanto menor for o intervalo de tempo entre a exposição e o início dos sintomas, mais grave é o quadro.
Outra importante consequência do acidente de Chernobyl foi o aumento da quantidade de câncer na população ucraniana e bielorrussa, principalmente. Existem estudos que apontam que, até 2005, cerca de 6 mil crianças desenvolveram câncer de tireoide em consequência da exposição à radiação.
A antiga usina de Chernobyl, na Ucrânia, está aumentando as reações de fissão nuclear em uma de suas câmaras, com níveis de emissões 40% acima desde sua construção em 2016.
Os níveis de radiação ionizante nas áreas mais afetadas no prédio do reator foram estimadas em 5,6 roentgens por segundo (R/s), o equivalente a 20 mil roentgens por hora.
Tendo em vista que a radiação pode agredir microrganismos, são usadas também para esterilizar equipamentos médicos, alimentos e soros. O processo não deixa resíduos tóxicos, nem radioativos. Uma das vantagens da técnica é que a esterilização é feita sem aplicações de calor, que pode deteriorar os materiais.
Pontos positivos: Trazer benefícios como na limpeza de alimentos, uso de elementos radioativos para matar bactérias ou fungos e etc. Pontos negativos: Pode ser prejudicial a saúde, são fontes de radiação colocando a natureza em risco.
Quem descobriu estes efeitos? Emico Okuno: Pierre Curie e Henri Becquerel, respectivamente marido e orientador da Marie Curie, talvez tenham sido as primeiras pessoas a perceberem o que a radiação poderia causar no corpo humano.
A radiação pode provocar basicamente dois tipos de danos ao corpo, um deles é a destruição das células com o calor, e o outro consiste numa ionização e fragmentação(divisão) das células. O calor emitido pela radiação é tão forte que pode queimar bem mais do que a exposição prolongada ao sol.
A poluição radioativa pode trazer consequências graves à vida dos seres humanos que são expostos a ela. Além de causar a morte, a exposição à poluição radioativa pode provocar o aparecimento de doenças graves (como tumores, lesões internas e infecções) e diversas deficiências.
A poluição radioativa, ou nuclear, é considerada por muitos estudiosos do ramo como o tipo mais perigoso de poluição. Ela é proveniente da radiação, que é um efeito químico derivado de ondas de energia (sejam elas de calor, de luz ou de outras formas).
Costuma-se dizer que Henri Becquerel foi quem descobriu, em 1896, o fenômeno da radioatividade; e que essa descoberta foi acidental – produzida por ter guardado, em uma gaveta, um composto de urânio juntamente com uma chapa fotográfica, havendo depois revelado a chapa e notado nela os sinais da radiação.
Com a ajuda do marido Pierre Curie, que era físico, Marie Curie explorou o mineral chamado pechblenda, descobriu os dois novos elementos já citados, e inventou o termo radioatividade, foi a partir daí que se intensificaram os estudos neste assunto.
Em seu trabalho, ela conseguiu provar que o óxido de urânio é um mineral capaz de eliminar a radiação armazenada nos átomos. A partir dessa pesquisa, Marie Curie descobriu a radioatividade, já que Becquerel não prosseguiu com seus estudos com o urânio.
Um grande benefício da aplicação da radioatividade no nosso cotidiano é a produção de energia elétrica limpa. Essa fonte de energia corresponde hoje a 17% da geração de energia elétrica mundial.
“A radioatividade pode nos ajudar, e muito. Por exemplo, na medicina. Na parte de diagnóstico, a medicina nuclear nos ajuda a localizar tumores, com a tomografia. Ela também nos ajuda a tratar alguns tumores, com a radioterapia”, explica o professor, que lembra também da radiografia.
Na agricultura, a radioatividade permite o estudo do metabolismo das plantas e a produção de insetos estéreis, o que possibilita o desenvolvimento de técnicas de eliminação de pragas sem o uso de inseticidas. Além disso, torna possível determinar a quantidade de agrotóxicos presente nas produtos agrícolas.
Atualmente, são diversas as aplicações da radiação, mas uma das principais é na área da saúde, como nos tratamentos radioterápicos, para o combate e cura do câncer. Mas a radiação também é utilizada nos meios de comunicação, como nos rádios e nos celulares.
A radioatividade é definida como a capacidade que alguns elementos instáveis possuem de emitir energia sob forma de partículas ou radiação eletromagnética. A radioatividade é definida como o fenômeno pelo qual um núcleo instável emite partículas e ondas para atingir a estabilidade.
De acordo com os dados oficiais, o número de mortos reconhecido internacionalmente aponta que apenas 31 pessoas morreram como resultado imediato de Chernobyl, enquanto a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 50 mortes podem ser diretamente atribuídas ao desastre.
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