O senso comum é a maneira de pensar da maioria das pessoas, correspondendo a algumas noções que são, via de regra, admitidas por boa parte dos indivíduos. É aquele conhecimento que adquirimos ao observar, vivenciar e experimentar o mundo.
A Filosofia nasce, como pensamento reflexivo, da ambiguidade do senso comum. Se o senso comum fosse constituído somente pela sua maneira inflexível e dogmática de ver o mundo, não haveria filosofia. Ao nascer do espanto, a filosofia pressupõe a capacidade humana de ver as coisas de diferentes pontos de vista.
Por exemplo: “Deve-se cortar os cabelos na lua crescente para que cresçam mais rápido”. Veja outros exemplos de senso comum. Senso comum e senso crítico. Enquanto o senso comum está associado ao conhecimento irrefletido, o senso crítico é baseado na crítica, na reflexão, na pesquisa e no pensamento.
O Senso comum pode ser entendido como um conhecimento de duas formas o não racional e o conhecimento racional não testado, o saber não racional afirma questões que não há nenhum fundamento lógico sobre as coisas, ou seja, o senso comum é um tipo de saber criado ou até mesmo inventado pela humanidade.
De fato, a ciência é a fonte de conhecimento mais segura que temos, mas a validade do senso comum, em alguns casos, é notável.
Grosso modo, o sentido mais profundo da expressão “senso comum” remete ao tipo de experiência que é propriamente humana, isto é, a experiência do sofrimento ou a experiência tradicional.
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