No dia 30 de abril de 1977, em plena ditadura militar na Argentina, 14 mulheres se reuniram na Praça de Maio, em frente à sede do governo em Buenos Aires, para protestar por seus filhos desaparecidos, iniciando assim 40 anos de uma luta incansável por verdade, memória, justiça e pela vida.
O movimento das Mães na Praça de Maio, em Buenos Aires, denuncia até hoje as prisões e torturas na ditadura argentina, de 19. No mesmo período, regimes parecidos assumiram o Executivo de outros países pela América Latina, possibilitando uma união nas estratégias de repressão dos cidadãos opositores.
“As Avós perceberam que uma ausência é uma ausência de toda Argentina, e por isso há um povo que as declara soberanas da memória.” Assim descreveu Mario Bravo, um dos netos nascidos em cativeiro, o trabalho das Avós da Praça de Maio (APM) durante a noite do 40º aniversário de uma organização que continua a levar ...
Literalmente – elas começaram andar ao redor da Pirâmide de Maio, monumento erguido em 1811 para celebrar a luta pela independência da Argentina. ... As Mães da Praça de Maio continuam seu protesto e mostram aquilo que os ditadores tentaram esconder: o governo militar matou 30 mil jovens argentinos.
Durante a ditadura militar de 1976-1983, gestou-se na Argentina um importante movimento pelos direitos humanos. As Mães da Praça de Maio eram mulheres que saíram às ruas em busca de seus filhos detidos e desaparecidos, cujo paradeiro os militares asseguravam desconhecer.
O movimento é uma rede de mães, familiares e amigos(as) de vítimas da violência do Estado, situado em São Paulo, sobretudo na capital e na Baixada Santista.
Durante a ditadura militar de 1976-1983, gestou-se na Argentina um importante movimento pelos direitos humanos. As Mães da Praça de Maio eram mulheres que saíram às ruas em busca de seus filhos detidos e desaparecidos, cujo paradeiro os militares asseguravam desconhecer.
Sobre a importância do movimento como forma de resistência à ditadura militar instaurada na Argentina entre os anos de 1976-1983 “Começaram a ser perseguidas, mas não se intimidaram com a pressão e o terror de Estado.
As Mães da Praça de Maio (em espanhol, Asociación Madres de la Plaza de Mayo) é uma associação argentina de mães que tiveram seus filhos assassinados ou desaparecidos durante o terrorismo de Estado da ditadura militar, que governou o país entre 19.
Dentre os mais de 30 mil desaparecidos, havia muitas grávidas, que tiveram seus bebês roubados e entregues à adoção. Com isso, mulheres começaram a reivindicar o paradeiro também de seus netos. As agora “Avós da Praça de Maio” foram a quartéis, tribunais e orfanatos — sem sucesso.