É uma forma de governo na qual há um único detentor do poder político-estatal, isto é, o poder está concentrado em um único governante, podendo ser este um líder, um comitê, um partido, uma assembleia, etc. O governante tem controle absoluto em todos os níveis do Estado.
Despotismo (em grego: δεσπότης, 'mestre') é uma forma de governo na qual uma única entidade governa com poder absoluto. O poder se estabelece sempre a uma entidade individual, sem se deixar confundir com uma autocracia onde o poder pode estar concentrado em um líder, um comitê, um partido, uma assembleia, etc.
O despotismo é considerado a forma mais simples de governo que já existiu. Nele, o poder é concentrado em um único governante arbitrário, o déspota (do grego despotes – senhor).
Entre as formas mais conhecidas, podemos citar: tirania, monarquia, democracia, república, principado e despotismo.
A liderança democrática é aquela em que os gestores dão espaço para que os colaboradores opinem e participem de decisões empresariais. Com abertura para discussões, todos dividem responsabilidades, seja sobre um setor específico ou toda a organização.
Bom exemplo também de regimes autocráticos foram as monarquias absolutistas em países como a França, sob a jurisdição de Luís XIV, apelidado de “o Grande” ou “Rei Sol”.
Diferente da autocracia como forma de governo, a autocracia burguesa não é um regime político, mas a forma com que as tomadas de decisões políticas podem estar vinculadas aos interesses de uma burguesia nacional influenciada pelo capitalismo global.
Embora os exemplos históricos de Autocracia sejam mais recorrentes quando associados a Estados monárquicos, cabe ressaltar que essa também não é uma regra. A Autocracia pode ocorrer sem a figura de um rei ou imperador, e um bom exemplo disso é a Alemanha do século XX e o governo autocrata de Adolf Hitler.
Além de ser utilizado para denominar um modelo político, o termo “autocracia” possui outro significado na área da sociologia. A sua aplicação mais conhecida no meio acadêmico brasileiro foi utilizada por Florestan Fernandes, que cunhou o termo “Autocracia burguesa”