O primeiro número é referente ao grau térmico, que pode ser classificado da seguinte forma: – A vela quente apresenta um número menor, que representa um grau térmico maior. – A vela fria apresenta um número maior, que representa um grau térmico menor.
Para determinação do grau térmico de uma vela é necessário a medição da temperatura da ponta ignífera da mesma, em várias situações de funcionamento do motor, contudo esses testes e ensaios só podem ser realizados com equipamentos apropriados. Portanto não há como indicar uma vela para um motor que foi modificado.
É a vela de ignição que trabalha fria, porém o suficiente para evitar a carbonização, quando o veículo está em baixa velocidade. Possui um percurso mais curto, permitindo a rápida dissipação de calor. É adequada aos regimes de alta solicitação do motor.
A temperatura da câmara varia entre 8ºC. No caso das velas Bosch, quanto menor o número da vela, mais fria ela é. Cada número aqui tira, em média, 80 graus de temperatura da câmara de combustão. Por exemplo, um carro a gasolina usa uma vela número 8 e um veículo a álcool vai usar uma número 6.
Tipo Quente É uma vela de ignição que trabalha quente, o suficiente para queimar depósitos de carvão, quando o veículo está em baixa velocidade. Possui um longo percurso de dissipação de calor, o que permite manter alta a temperatura na ponta do isolador.
No caso das velas Bosch, quanto menor o número da vela, mais fria ela é. ... Por exemplo, um carro a gasolina usa uma vela número 8 e um veículo a álcool vai usar uma número 6. Isso dá uma diferença de 160ºC, o que é bastante coisa.
Possui um longo percurso de dissipação de calor, o que permite manter alta a temperatura na ponta do isolador. É a vela de ignição que trabalha fria, porém o suficiente para evitar a carbonização, quando o veículo está em baixa velocidade. Possui um percurso mais curto, permitindo a rápida dissipação de calor.
A vela do tipo frio dissipa mais calor, resultando em um grau térmico maior. Já a vela do tipo quente dissipa menos calor e consequentemente o seu grau térmico é menor. Como existem vários tipos de motores com maior ou menor carga térmica variando de cada fabricante, as velas variam a sua carga térmica.
Conforme aumentamos a rotação e a carga do motor, aumentamos a temperatura na ponta da vela. Quando a temperatura da ponta ignífera da vela supera os 450° entramos em uma faixa de temperatura que chamamos de auto limpeza da vela de ignição. Onde a própria vela queima todos os resíduos de carvão da ponta ignífera.
A configuração dos eletrodos proporciona um maior efeitos de pontas, reduzindo assim a tensão necessária para o centelhamento da vela. Outra grande vantagem desta vela é no uso de combustíveis como o GNV, onde devido ao uso de misturas mais pobres exigimos maiores tensões para o centelhamento.
Por que devemos utilizar uma vela do tipo resistivo? Com a entrada da eletrônica embarcada nos veículos, a NGK desenvolveu no final da década de 70 as velas resistivas, que possuem um resistor cerâmico que visa atenuar as interferências eletromagnéticas provocadas pelo sistema de ignição.
Qual é a melhor maneira de selecionar uma vela correta? As velas de ignição são desenvolvidas especificamente para cada tipo de motor. Portanto para cada veículo temos uma vela específica, não devemos alterar a especificação da vela que foi desenvolvida em conjunto com a montadora do seu veículo.
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