Resposta: os europeus justificam a diminação de territórios na África e na Ásia através do etnocentrismo e da teoría da missão civilizatória.
O domínio europeu nos continentes africano e asiático era justificado como uma missão civilizadora. ... Os europeus afirmavam que procuravam aprender novas técnicas de produção industrial e compreender a cultura dos povos da Ásia e da África, justificando assim seu domínio.
Os europeus justificam a dominação de territórios na África e na Ásia através do etnocentrismo e da teoria da "Missão Civilizatória".
A competição capitalista estimulou o crescimento de algumas empresas; porém, levou ao fracasso muitas outras. ... Economistas alemães e ingleses do início do século XX chamaram essa nova fase do capitalismo mundial de Imperialismo. Esse choque de imperialismos acabou deflagrando a Primeira Grande Guerra.
Um dos discursos ideológicos que “legitimariam” o processo de domínio e exploração dos europeus sobre asiáticos e africanos seria o evolucionismo social. ... O darwinismo social se caracterizou como outra teoria que legitimou o discurso ideológico europeu para dominar outros continentes.
Conheça as 5 maiores mudanças no mapa europeu após a Primeira Guerra Mundial. 5. Império Britânico O Império Britânico foi, em seu auge, o maior império da história, com 33,7 milhões de km² em 1920.
Com o fim da guerra, em 1918, muitas mudanças ocorreram, não só políticas, mas também geográficas: 4 impérios deixaram de existir, além do surgimento de vários países. Conheça as 5 maiores mudanças no mapa europeu após a Primeira Guerra Mundial. 5. Império Britânico
A chegada dos Europeus ao Brasilocorreu no período compreendido como “descobrimento do Brasil” no ano de 1500. No dia 9 de março de 1500, o português Pedro Alvares Cabral, saindo de Lisboa, iniciou uma viajem que tinha como objetivo tomar posse de novas terras para a Coroa Portuguesa e depois seguir sua viajem até a Índia, ...
A migração é uma parte da condição humana tanto quanto o nascimento, a reprodução, a doença e a morte”, afirma o historiador Klaus J. Bade, da Universidade de Osnabrück, autor do livro Migration in European History (migração na história europeia, em tradução livre).