Por meio da observação da posição dos astros, esses as civilizações previam eventos climáticos, marcavam a passagem de tempo e se localizavam. ... Baseavam o cultivo e a colheita e épocas de caça e pesca na posição dos astros prevendo, por exemplo, se o tempo estaria mais chuvoso ou mais seco.
As constelações indígenas ganharam animações e até versões em realidade virtual para permitir maior interação dos jovens. "Em 1614, todos os tupinambás do Maranhão sabiam entender a relação do céu com a terra. Hoje, ocorre um abandono desse conhecimento milenar e por isso precisa ser estudado e documentado", explica Germano.
Povos indígenas de todo o mundo - do Egito à América, sempre utilizaram as estrelas como uma espécie de agenda do clima e como bússola para orientação. Normalmente associadas aos rituais das tribos, as constelações indígenas foram fundamentais para a sobrevivência de diferentes etnias.
A maneira que eles encontraram para fazer essa marcação foi por meio do sol, da lua e também das constelações", afirma o astrônomo Germano Afonso. As constelações da cultura greco-romana, como escorpião, leão, peixes, touro, entre outras, são as mais conhecidas, mas não são as únicas.
O ocidente se acostumou às constelações criadas na Grécia Antiga a partir da junção de estrelas: Áries, Capricórnio, Leão, Escorpião e muitas outras. Usadas na astronomia e na astrologia, essas constelações ocidentais não são unanimidade