O nosso corpo reage de diferentes formas à temperatura, no caso do calor, ele dilata nossos vasos sanguíneos. Assim, o nosso coração não precisa bombear com tanta força o sangue para que passe com tranquilidade pela veia, porém a velocidade com que o oxigênio circula pelo corpo acaba diminuindo também.
É normal suarmos mais no verão. Esse líquido que saí do nosso corpo é a melhor estratégia do corpo para manter a temperatura do organismo controlada. Assim, quando está quente, transpiramos mais para que a temperatura interna fique em torno de 36 graus Celsius.
Isso faz com que o coração tenha que trabalhar mais, a pressão arterial pode cair, aumenta o risco de a pessoa ter um desmaio, que é a perda da consciência, e pessoas que têm problemas cardíacos podem ter até complicações sérias, como o acidente vascular cerebral (AVC) e até o infarto do miocárdio”.
Pode ocorrer: uma constrição dos vasos da pele, piloereção, síntese de hormônios e tremores musculares; ou ainda perda de calor, por meio de estimulação de glândulas sudoríparas e vasodilatação dos vasos cutâneos.
Cuidado com a saúde no verão
Segundo o clínico geral e geriatra da Unimed Sul Capixaba, Gastão Coelho, o corpo faz algumas adaptações nesta época do ano. "Com as altas temperaturas, nós suamos mais e urinamos menos. Se não repormos todo o líquido que perdemos durante o dia, podemos desenvolver desidratação e até insuficiência renal aguda", alerta.
O incômodo causado pelo calor ou frio é um mecanismo de defesa. Ao transpirar muito ou ranger os dentes, o corpo alerta que não está mais trabalhando em equilíbrio. O corpo humano é programado para funcionar a uma temperatura média de 36,5 °C.
As sensações de frio e calor são causadas por sensores espalhados por todo o corpo. A concentração e localização destes sensores variam de pessoa para pessoa – o que ajuda a explicar por que uns podem sentir mais frio no pescoço e outros na orelha sob uma mesma temperatura.
Estudos estimam que quando a temperatura interna corpo atinge 23°C, os órgãos param de funcionar. Em lugares onde o inverno e outono são marcados por temperaturas geladas e dias curtos, o indivíduo pode desenvolver um tipo específico de depressão do frio, chamada de transtorno afetivo sazonal.
Valores abaixo de 35 ºC ( hipotermia) ou acima de 38 ºC ( hipertermia) podem trazer problemas de saúde e devem ser acompanhados e evitados. O monitoramento da temperatura do corpo pode ser feito através de termômetros, sejam estes preenchidos com mercúrio ou eletrônicos.
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