O estresse patológico mantém a liberação de hormônios como cortisol e adrenalina, que em quantidades elevadas comprometem a qualidade de vida. Em situações de estresse, os músculos se tensionam, a respiração fica ofegante, e há um crescimento na frequência cardíaca, causando palpitação.
Esse mecanismo nos coloca em estado de alerta ou alarme, provocando alterações físicas e emocionais. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação às situações novas. A evolução do estresse se dá em três fases: alerta, resistência e exaustão.
Os batimentos cardíacos aceleram, as pupilas dilatam aumenta a sudorese e os níveis de açúcar no sangue (hiperglicemia) aumentam. A digestão é paralisada, o baço se contrai para jogar mais glóbulos vermelhos na circulação e aumentar o fornecimento de oxigênio aos tecidos.
O estresse passa por um processo de desenvolvimento até chegar ao esgotamento físico e mental. Existem quatro fases do estresse. São elas: alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão.
As 3 fases do estresse
Aliviar o estresse: 7 maneiras de conseguir agora mesmo
Veja como o estresse afeta o corpo humano Uma pesquisa recente nos Estados Unidos conduzida pela Universidade de Harvard mostrou que 44% dos adultos empregados afirmam que seu trabalho afeta sua saúde.
O estresse contínuo causa grandes descargas de adrenalina, que aumentam a coagulação do sangue e contraem os vasos cardíacos. Com isso, cresce a chance de um infarto. Aparelho gástrico: o estresse muda o nível de acidez do estômago.
O estresse age de sobre todo o corpo, no entanto, algumas áreas são mais vulneráveis aos efeitos da tensão prolongada por muito tempo. Cérebro: recebe doses mais altas de substâncias químicas excitatórias. Assim a atividade cerebral aumenta e as pupilas se dilatam para melhorar a visão.
No entanto, se os sinais se mantêm por períodos prolongados, a pessoa pode desenvolver sintomas. “Se a situação causadora de estresse continua e a pessoa não tiver recursos eficientes para lidar, a gente chama de estresse crônico ou doença”, explica Ana Maria.