A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) valoriza a aceitação, acolhimento e a autenticidade, ou seja, o terapeuta dentro da sua autenticidade partilha dos princípios centrados na pessoa. Trata-se de uma abordagem que é mais do que apenas um compilado de técnicas e normas.
A Abordagem Centrada na Pessoa, com sua proposta de promover relações interpessoais autônomas e consequentemente humanizadas, sugere o desenvolvimento de atitudes de consideração positiva incondicional, empatia e autenticidade como características principais desse jeito de ser.
Entre os princípios da Abordagem Centrada na Pessoa estão a crença de que todo ser humano pode se desenvolver e se atualizar de maneira autônoma, se melhorando e superando obstáculos. O papel do psicoterapeuta é apenas permitir que a pessoa siga seu desenvolvimento, em seu ritmo.
É desenvolvida a teoria das atitudes facilitadoras, segundo a qual o psicoterapeuta deve apresentar três condições para que ocorra o crescimento do cliente: empatia, aceitação positiva incondicional e congruência.
Na medida em que a ACP defende uma nova visão de homem e propõe uma nova forma de abordar suas questões, também refere o diagnóstico psicológico por outra perspectiva: a de uma atividade de compreensão processual do sujeito e de suas experiências, que acontece no seio de uma relação psicoterápica.
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A Terapia Centrada no Cliente postula que o terapeuta não pode estabelecer metas eficazes para o sujeito, devido à sua falta de conhecimento do que é a experiência real daquela pessoa. O terapeuta jamais saberá como é exatamente sentir o que o cliente relata.
Este objetivo deve ser, então, alcançado por meio de atitudes que Rogers (1957/1992) denominou de atitudes facilitadoras: a autenticidade, a consideração positiva e a empatia. Tais atitudes fazem parte de seis condições que elencou serem necessárias e suficientes para as transformações psicoterapêuticas.
Em um de seus artigos mais conhecidos, Rogers (1957) afirma que três atitudes do terapeuta – congruência, empatia e consideração positiva incondicional – são essenciais para que uma mudança de personalidade possa ocorrer com o cliente.
São elas: a fase não diretiva; a reflexiva; a experiencial e a coletiva ou inter-humana.
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