A organização ambiental The Nature Conservancy (TNC) mostra, em estudo, que é possível garantir o aumento de produção de soja no Cerrado sem desmatar a vegetação nativa, ao utilizar áreas de pastagem subutilizadas e com aptidão agrícola.
A investigação revelou como a Bunge e a Cargill – duas das maiores produtoras de soja – foram responsáveis pelo desmatamento de uma área equivalente a 697.562 hectares de terras no Cerrado brasileiro entre 2011 e 2015. O Cerrado, que é a savana brasileira, cobre mais de 20 por cento do país.
A cultura da soja no Cerrado
Do ponto de vista econômico, a cultura da soja ganhou importância nos últimos anos, principalmente com a ampliação do mercado externo e das necessidades alimentícias asiáticas, em especial a China e a Índia.
O fato de o relevo do Cerrado ser antigo significa que os seus solos foram bastante trabalhados pelos agentes intempéricos (clima, água, vento). Esse processo de intemperismo ocorreu por meio da lixiviação, o que diminuiu, em elevado grau, a sua fertilidade ao longo do tempo.
A principal transformação processada nas plantas adaptadas para produção no Cerrado foi a incorporação da característica “período juvenil longo”, a qual inibe a floração precoce das plantas de soja, permitindo deslocar seu cultivo - antes restrito à região sul - para qualquer latitude do território brasileiro.
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Destruição da vegetação nativa, comprometimento de importantes bacias hidrográficas, maior concentração da propriedade da terra e redução dos postos de trabalho agrícola são conseqüências da grande expansão da cultura de soja no Cerrado.
Considerando os principais produtos da agropecuária brasileira, o Cerrado responde por 55% da produção de carne bovina, 49% da soja, 49% do milho, 98% do algodão, 47% da cana-de-açúcar, 43% do feijão e 89% do sorgo produzidos no País. O café tem se expandido na região, que já responde por 27% da produção nacional.
A ausência de fertilidade dos solos do Cerrado foi resolvida na agricultura por intermédio da aplicação de técnicas específicas, como a calagem (correção da acidez por meio do calcário), a adubação fosfatada, a adubação potássica e outras.
As duas principais ameaças à biodiversidade do Cerrado estão relacionadas a duas atividades econômicas: a monocultura intensiva de grãos e a pecuária extensiva de baixa tecnologia. O uso de técnicas de aproveitamento intensivo dos solos tem provocado, há anos, o esgotamento dos recursos locais.
A erosão é um processo natural de degradação do solo que provoca a perda de nutrientes e o transporte de sedimentos. O avanço da expansão agrícola no Cerrado, substituindo áreas de vegetação nativa por pastagens e plantações, acelera o processo natural de erosão dos solos.
A soja é a cultura que predomina no Cerrado, ocupando uma área de 15,6 milhões de ha, que representa 90% da agricultura anual. Aproximadamente, 52% de toda a soja do Brasil está no bioma Cerrado. As áreas de milho primeira safra e algodão somados ocupam uma área de 1,7 milhões de ha, 10% da agricultura anual.
A agricultura nos cerrados somente será sustentável se for capaz de competir com aquela de outras regiões e mesmo com a de outros países. A evidência disponível até agora é de que o cerrado goza de vantagens comparativas na produção agrícola.
Como já discutido anteriormente, prevalece entre os especialistas da área a percepção de que a monocultura intensiva de grãos, principalmente de soja, é atualmente uma das principais ameaças à biodiversidade do cerrado, sendo responsável pela conversão de extensas áreas naturais em sistemas agrícolas.
A degradação ambiental no Brasil e, em especial no Cerrado, decorrente da exploração da agropecuária, tem transformado consideravelmente o seu perfil, resultando em excesso de desmatamento, compactação do solo, erosão, assoreamento de rios, contaminação da água subterrânea, e perda de biodiversidade, com reflexos sobre ...
As plantações de soja em larga escala geram impactos negativos na biodiversidade porque grandes áreas são convertidas para monoculturas visando a produção comercial.
Dentre as opções abaixo, assinale aquela que apresenta corretamente os impactos socioeconômicos e ambientais da expansão da sojicultura no Centro-Oeste. Valorização das terras, utilização intensiva de mão de obra migrante nordestina e desconcentração fundiária.
Notadamente conhecida como região produtora de grãos e carne, o Cerrado tornou-se fundamental para a balança comercial brasileira. Somente a soja produzida localmente responde por 51% do plantio no país. A partir da década de 1970, o Cerrado transformou-se em uma nova e importante fronteira agrícola brasileira.
O extrativismo mineral e vegetal é a principal atividade econômica da região Norte. O Amazonas e o Pará são os estados mais ativos da região, em relação a economia. O Amazonas é destaque na extração de petróleo em terra firme e em produção de gás e o Pará é destaque na produção de grande parte do minério de ferro.
É conhecido como savana brasileira e possui uma grande biodiversidade. Sua vegetação possui características predominantes, como árvores de tronco grosso e tortuoso, além de gramíneas e arbustos. O clima do Cerrado é tropical sazonal, apresentando duas estações definidas: uma seca e outra chuvosa.
Um dos principais fatores indutores, além das políticas públicas de interiorização do desenvolvimento - Brasília foi criada com este propósito –, foi a geração de tecnologias que permitiram a incorporação deste tipo de solo ao processo produtivo em condições desejáveis e rentáveis.
As principais causas da devastação do Cerrado são o avanço das queimadas e a retirada de suas matas para a utilização do solo na agropecuária.
A degradação do bioma, causada principalmente pelo desmatamento para ocupação agropecuária, transformou o cerrado em um grande emissor de CO2 na atmosfera, com níveis já equivalentes aos da Amazônia, além da perda de biodiversidade e serviços ecológicos desse importante bioma.
Os principais produtos por área plantada eram: soja – 2 milhões de hectares (45,5%); milho – 789,6 mil hectares (17,7%); arroz – 474,8 mil hectares (10,7%); algodão herbáceo – 446,4 mil hectares (10%); feijão – 288,9 mil hectares (6,5%); mandioca – 185,8 mil hectares (4,2%); e cana-de-açúcar – 114,4 mil hectares (2,6%) ...
De acordo com a densidade (estrutura) arbóreo-arbustiva, ou com o ambiente em que se encontra, o Cerrado sentido restrito apresenta quatro subtipos: Cerrado Denso, Cerrado Típico, Cerrado Ralo e Cerrado Rupestre.
Plantio de soja no Cerrado é responsável por mais de 63% da produção nacional.
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