Depois de colocar a sonda ,pode se alimentar pela boca normalmente? Depende do caso. Paciente que necessitou de gastrostomia durante tratamento de câncer ou internação prolongada em UTI pode recuperar a alimentação via oral e retirar a sonda. Estar com a gastrostomia não impede alimentação via oral.
Já no caso da sonda nasoenteral, ela é usada para alimentação quando o paciente não consegue se alimentar normalmente pela boca. Então em resumo, se está em uso de uma sonda nasogástrica aberta para um coletor externo, tudo que for ingerido pela boca poderá voltar e sair pela sonda nasogástrica.
Como se manter hidratado fazendo uso da dieta enteral
Adicione água na sonda nos intervalos das refeições, mesmo quando não vai tomar medicações ou ingerir a dieta líquida. A água deve ser filtrada ou previamente fervida e ingerida em temperatura ambiente.
Por serem resistentes podem permanecer no paciente por longo tempo (5 meses ou mais), sendo necessária a troca somente quando apresentarem problemas como ruptura, obstrução ou mal funcionamento.
A alimentação para sonda nasogástrica, chamada de dieta enteral, pode ser feita com quase todo o tipo de alimentos, no entanto, é importante que os alimentos sejam bem cozinhados, triturados no liquidificador e, depois, coados para retirar pedaços de fibra que possam acabar entupindo a sonda.
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Nenhuma atividade cotidiana é impedida com o uso da sonda. O indivíduo pode fazer suas refeições, assim como também se alimentar sozinho.
A sonda é lubrificada e inserida no nariz e passa pela garganta. A sonda pode causar engasgos quando entra pela garganta, por isso, a pessoa é instruída a engolir ou é dado água através de um canudo para ajudar na deglutição. Engolir pode diminuir ou evitar engasgos e ajudar a sonda a passar pela garganta.
(2003) demonstraram mediana de sobrevida de 59 dias dos pacientes submetidos a gastrostomia endoscópica e de 60 dias dos idosos com manutenção da via oral (p = 0,37). Meier et al. (2001) revelaram taxa de sobrevida média nos idosos com via alternativa de 195 dias e dos pacientes com via oral de 189 dias (p = 0,90).
No que diz respeito à retirada da sonda de alimentação pelo paciente, o maior fator de impacto foram alterações de cognição, em especial o delirium e a demência.