Ficar na lista de espera nessas condições significa uma condenação à morte. De acordo com o novo regulamento do Sistema Nacional de Transplantes, pessoas com até 18 anos têm prioridade para receber órgãos de doadores na mesma faixa etária.
Não devem ou não podem doar órgãos: Pacientes que sofram uma insuficiência orgânica importante, como insuficiência renal , hepática , cardíaca, pulmonar, pancreática ou medular. Portadores de doenças transmissíveis por transplante.
Quem espera por um rim é posicionado na lista de acordo com a compatibilidade. Isso significa que os órgãos do doador passam por exames e uma análise genética completa e, após os resultados, são feitas análises comparativas com todos os pacientes.
Para entrar na fila de espera, você deve procurar um Ambulatório de Preparo para Transplante. Assim, o seu médico irá solicitar exames na sua consulta, para encaminhar o seu cadastro à Central de Captação de Órgãos do seu Estado.
Com aumento de 10% nas taxas médias de serviço restariam apenas as filas para transplantes de pulmão e de pâncreas, com prazos de espera em torno de quatro meses e de três meses, respectivamente, e apenas oito pessoas nas filas.
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Na fila única da Secretaria da Saúde para transplante de rins, o tempo de espera é de três a quatro anos. Boa parte desses pacientes da fila está em diálise ou hemodiálise.
O paciente será posicionado na lista de espera, de acordo com a ordem de inscrição que incluem, entre outros, gravidade e urgência da situação, compatibilidade com doador existente.. Diagnóstico, exames realizados e demais documentos providenciados pelo médico que comprovem a necessidade de transplante.
Quem pode ser doador? Normalmente, qualquer pessoa adulta que esteja saudável pode ser doadora. O primeiro requisito é demonstrar o desejo espontâneo de doar o órgão. Depois, é necessário que se comprove, através de análises, a compatibilidade sanguínea com o receptor.
O valor do transplante atualmente é de R$ 33.147,18. Neste contexto, o estudo mostrou que no primeiro ano o transplante possui um valor superior, porém em longo prazo este prevalece como a melhor opção e mais econômica.
A carteirinha de doador é o único documento de comprovação de cadastro emitido pelo REDOME e para solicitá-la, basta entrar em contato com o hemocentro em que realizou seu cadastro. Caso seu cadastro tenha ocorrido em uma campanha, procure o hemocentro do seu estado.
3 – Como saber sua situação na lista de transplante? a. Ligue na Central de Transplantes pelo telefone (011) 3064-1649.
Existe limite de idade para ser doador ou receptor? O que determina o uso de partes do corpo para transplante é o seu estado de saúde. Em geral, aceita-se os seguintes limites, em anos: rim (75), fígado (70), coração e pulmão (55), pâncreas (50), válvulas cardíacas (65), córneas (sem limite), pele e ossos (65).
Esta lista única tem ordem cronológica de inscrição, sendo os receptores selecionados desse modo, em função da gravidade ou compatibilidade sanguínea e genética com o doador. No entanto, a distribuição de órgãos depende de outros critérios além do tempo na fila. Varia de acordo com o órgão a ser transplantado.
Dessa forma, é importante mencionar que um indivíduo não pode doar um órgão vital, como o seu coração ou seu cérebro, porque você só tem um de cada e sem eles não conseguirá viver. Mas você pode doar outros órgãos importantes, como um rim ou mesmo um pulmão, porque tem dois de cada.
Não podem doar sangue pessoas que tiveram hepatite após os 11 anos de idade, tenham evidência clínica ou laboratorial de doenças sexualmente transmissíveis, como hepatite B e C, aids (vírus HIV), doenças ligadas ao vírus HTLV I e II.
“Em uma morte por cocaína, o coração provavelmente não pode ser usado, mas outros órgãos talvez não tenham danos. É preciso levar em conta a substância que causou a morte e identificá-la, porque você não pode transplantar uma pessoa sem identificar a causa da morte.
Atualmente os médicos calculam que, em média, um transplante de um doador vivo pode durar 20 anos. En 1973, quando Sue recebeu seu órgão, entre 30% e 40% dos rins duravam 5 anos. Sue diz que a longevidade também pode ser atribuída aos cuidados tomados por ela.
PL 293/11 (clique aqui) que tramita na Câmara propõe dispensar a exigência de contribuição mínima de 12 meses para a Previdência Social para a concessão de auxílio-doença a doador de órgão. Assim, o doador receberá o benefício durante o tempo necessário para a sua recuperação após o procedimento cirúrgico.
Quem paga o transplante? No Brasil mais de 90% das cirurgias são feitas pelo SUS e cobertas por ele durante o atendimento que o antecede, como no acompanhamento após o transplante. Alguns transplantes são cobertos por planos privados de saúde.
Também não podem ser doadores os diagnosticados com insuficiência de múltiplos órgãos, situação que acomete coração, pulmões, fígado, rins, impossibilitando a doação desses órgãos.
Concluindo, é seguro viver com um único rim, na maior parte das vezes. Se você vai doar o rim para um parente é muito importante que pense com cuidado sobre esse importante ato. Os riscos existem, são pequenos mas podemos fazer muitas coisas para evitar problemas futuros.
Dá para viver normalmente com um rim só? A maioria das pessoas vive sem restrições, desde que o rim que fica esteja saudável. Isso porque ele naturalmente aumenta de tamanho para assumir a função daquele que foi removido. O rim normal mede de 9 cm a 12 cm, em média.
Lista de espera
Os receptores são separados por órgãos, tipos sanguíneos e outras especificações técnicas. Esta lista única apresenta uma ordem cronológica de inscrição, sendo os receptores selecionados nessa ordem, em função da gravidade ou compatibilidade sangüínea e genética com o doador.
As regras e critérios variam de acordo com os órgãos e tecidos a serem doados. Na fila de espera por um fígado, coração ou pulmão, pacientes em estado mais grave são prioridade. Com o rim, o que mais importa é a compatibilidade entre doador e receptor; já o pâncreas leva em conta o tempo de inscrição na fila.
Qualquer pessoa pode ser uma doadora de órgãos e nenhuma religião é contra a doação. Basta apenas ser maior de 18 anos, ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por um médico para realização de exames.
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