Depois da guerra, estimou-se que apenas 5 mil dos 107 mil judeus deportados dos Países Baixos sobreviveram ao Holocausto. Após o final da guerra, Otto Frank foi o único membro sobrevivente do Anexo Secreto.
Além da família de Anne, foram abrigados, dias depois, o casal Van Pels (Hermann e Auguste), com o filho Peter (personagem importante na história de Anne), e, alguns meses depois, Fritz Pfeffer, um dentista e amigo da família Frank, que dividiu quarto com Anne.
Em 30 de outubro de 1944, ela e sua irmã Margot foram levadas de Auschwitz para Bergen-Belsen, na Alemanha. Anne Frank morreu lá no início do ano seguinte. Apenas o pai Otto Frank sobreviveu à perseguição nazista.
Bergh foi membro fundador do Conselho Judaico de Amsterdã, um órgão administrativo que os nazistas forçaram os judeus a estabelecer para organizar deportações, segundo o site The Times Of Israel. O suspeito de entregar Anne Frank também atuava na venda forçada de obras de arte para nazistas como Hermann Göring.
Após dois anos escondidos no chamado anexo do prédio, onde funcionava a fábrica de seu pai Otto Frank, a família e mais quatro pessoas foram descobertas e levadas para os campos de concentração. O seu pai Otto, foi o único sobrevivente entre as oito pessoas que ficaram na casa.
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Foi no anexo secreto situado na rua Prinsengracht 263 onde a garota Anneliese Frank, popularmente conhecida como Anne, viveu escondida do regime nazista por dois anos.
Quando capturados, foram transportados para Auschwitz, resultando como o único sobrevivente do grupo, publicando o livro feito por sua filha, Diário de Anne Frank (1947), e ainda fundando o museu Casa de Anne Frank. Ele se casou novamente em 1953 com Elfriede Geiringer, uma sobrevivente do Holocausto.
Em 4 de agosto de 1944, um grupo de soldados da Schutzstaffel invadiu o prédio em que estava escondida a família de Anne Frank e, durante essa invasão, o esconderijo foi descoberto.
De acordo com os relatos anteriores, um telefonema anônimo para a Sicherheitsdienst, ou SD (o serviço de segurança alemão) teria revelado detalhes dos cômodos secretos na rua Prinsengracht, 263, em Amsterdã, onde Anne, sua família e amigos se escondiam.
O diário de Anne Frank foi encontrado por Miep Gies e Bep Voskuijl, as duas secretárias que trabalhavam no prédio que serviu de esconderijo e entregue a Otto Frank.
Chamado de “anexo secreto”, o refúgio da alemã Anne Frank ficava nos fundos do prédio da empresa do pai da garota, em Amsterdã, na Holanda. Foi lá que sua família e outras quatro pessoas, todos judeus, viveram clandestinamente, numa tentativa de se esconder dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
O Diário de Anne Frank é um livro escrito por Anne Frank entre 12 de junho de 1942 e 1.º de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. É conhecido por narrar momentos vivenciados pelo grupo de judeus confinados em um esconderijo durante a ocupação nazista dos Países Baixos.
Em novembro de 1944, Anne e Margot foram enviadas para Bergen-Belsen, e Edith ficou em Auschwitz, morrendo, pouco tempo depois, de inanição. Anne e Margot Frank contraíram febre tifoide em Bergen-Belsen, campo de concentração que estava abarrotado de pessoas.
Na primavera de 1942, o pai de Anne tinha começado a instalar um esconderijo no anexo secreto da sua empresa, no nº 263 de Prinsengracht. Ele é ajudado pelos seus antigos colegas.
A causa imediata desse conflito foi o expansionismo territorial germânico, e o estopim do conflito foi a invasão na Polônia, em 1º de setembro de 1939. A blitzkrieg foi fundamental para os sucessos dos exércitos alemães na primeira fase da guerra.
A Casa de Anne Frank (em neerlandês: Anne Frank Huis) é um museu biográfico localizado na cidade de Amesterdã, capital dos Países Baixos.
Um deles havia guardado o diário de Anne. O pai leu; pediu a opinião de amigos, e todos foram unânimes ao dizer que era fundamental publicá-lo. O livro saiu primeiro na Holanda, em 1947, com o título “Het Achterhuis” (o anexo secreto). Em seguida foi publicado na Alemanha e na França.
A importância de O Diário de Anne Frank | Elas Disseram. Sinopse: O Diário de Anne Frank é um retrato da menina por trás do mito. Um livro que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade de um dos fortes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça.
Dois anos após o fim da guerra, em 25 de junho de 1947, foi publicado o livro O diário de Anne Frank (em holandês, Het Achterhuis ou O anexo secreto, como Anne queria).
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