Desde que o Discípulo Amado não aparece em nenhuma outra parte dos evangelhos do Novo Testamento, viu-se tradicionalmente como uma auto-referência a João, o Evangelista, e esta permanece como sua identificação principal.
Os doze. Os apóstolos nomeados em Marcos 3:16-19 são Pedro, Tiago, João, André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, um segundo Tiago, Tadeu, Simão, o Zelote e finalmente Judas Iscariotes.
Ele seria o último discípulo sobrevivente a ter uma conexão íntima com Jesus. Isso deu a suas palavras uma influência especial. Junto com sua sinceridade ao falar sobre Jesus e Seu sacrifício, João ajudou inúmeras pessoas a acreditarem em Jesus. Ele também foi um escritor prolífico.
João ficou conhecido como o apóstolo do amor por esta virtude suprema ocupar lugar de destaque em seus escritos. Nenhum outro escritor bíblico enalteceu tanto as diversas formas de amor como ele. João é o exemplo para aqueles que muito cedo são chamados para o ministério da fé.
Quanto ao quarto Evangelho canônico, o Evangelho de João, relata a história de Jesus de um modo substancialmente diferente, pelo que não se enquadra nos sinópticos.
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São Simão, também chamado Zelote, nasceu em Caná, na Galileia. Foi um dos doze primeiros apóstolos escolhidos por Jesus Cristo, conforme o Evangelho de São Lucas: “Nesses dias, Jesus foi para a montanha a fim de rezar. E passou toda a noite em oração a Deus.
São Bartolomeu, também chamado de Natanael, foi um dos doze primeiros apóstolos de Jesus Cristo, junto com Pedro, seu irmão André, Tiago e seu irmão João, filhos de Zebedeu, Filipe, Tomé, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu e Judas Iscariotes, o traidor de Jesus.
Os Discípulos mais conhecidos são os doze apóstolos: André, Bartolomeu, Filipe, João, Marcos, Judas Iscariotes (o traidor), Judas Tadeu, Mateus, Samuel, Simão Pedro, Tiago, Tomé. Os relatos bíblicos mostram que todos que estavam com Jesus e o seguiam eram seus discípulos (Mateus 8:23).
Os Setenta Discípulos ou Setenta e Dois Discípulos, conhecidos na tradição cristã oriental como os Setenta Apóstolos, foram os primeiros seguidores de Jesus mencionados no Evangelho de Lucas.
O Evangelho deste domingo (07) contém determinações importantes sobre a missão: Jesus não envia somente os 12, mas 72 discípulos, ou seja, quase a totalidade dos que o seguiam naquele tempo: “escolheu 72 discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir”.
De acordo com as escrituras Jesus respondeu a afirmação de Natanael dizendo “Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás”. E disse ainda que, na verdade Ele dizia que daqui em diante veriam o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.
O teólogo alemão Werner de Boor, ao comentar este texto, nos diz que “Natanael foi vencido. Reconhece Jesus de verdade. Porém o reconhece porque foi reconhecido por Jesus. Assim Jesus dirá mais tarde expressamente a seus discípulos que eles não escolheram a ele, mas que ele os escolheu (Jo 15:16).
São João continua relatando: “André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram a Jesus. ... Então André apresentou Simão a Jesus.” (João 1, 40-41-42). Desde daquele momento, os dois irmãos tornaram-se discípulos de Cristo e deixaram tudo para seguir Jesus.
O vocábulo significa ”gente caracterizada pelo zelo pela Lei”. Assim, sabemos que existiram sempre zelotas na história de Israel, desde o Exílio até ao ano I. O conceito genérico correspondia a um movimento sócio-religioso de defesa de um património religioso, nacional ou internacional, que se sentia em perigo.
A palavra grega Cananeu e a palavra Zelote, derivada do aramaico e significam a mesma coisa: "zeloso". Supõe-se por esse apelido que Simão pertencia à seita judaica conhecida como zelotes.
Os zelotes formavam um grupo extremista que usava a rebelião e a violência contra a dominação dos romanos, pois acreditavam que tal submissão era uma traição a Deus. Há quem sugira que o Senhor Jesus favoreceu os Zelotes e escolheu Simão, o Zelote (Lc 6,15), para expressar sua aprovação em relação às suas táticas.
São Pedro nasceu na Betsaida, na Galileia. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome de nascimento era Simão (ou Simeão). Pedro era pescador e trabalhava com o irmão e o pai. Por indicação de João Batista foi levado por seu irmão André para conhecer Jesus Cristo.
Jesus encontrou André, e este levou seu irmão, Simão, para que também tivesse um encontro com o Senhor. ... Não houve nenhuma outra palavra, quando Simão chegou diante do Senhor, Jesus disse que ele era o filho de João e seria chamado Cefas, que quer dizer Pedro. E Pedro significa pedra.
Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê. Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.
Na verdade, Nazaré era vista com hostilidade pelos evangelistas, pois os habitantes da cidade não acreditavam em Jesus (vide Rejeição de Jesus em sua cidade) e «ele não poderia fazer sua obra poderosa lá» (Marcos 6:5).
Significado: Significa “dom de Deus”, do hebraico nethaneel. Variação: Nataniel.
Jesus também nos vê debaixo das “figueiras” (diversas situações) onde nos encontramos, conhece os apelos do nosso coração e quer nos curar nos transformar e animar.
Ao escolher 72 discípulos, Jesus indica a totalidade, a universalidade dos que anunciam o Bem. E, por ser doação de amor, a resposta é, igualmente, uma doação de amor e de dedicação total, gesto gratuito, generoso… O Bem não lhes pertence, provém de Deus.