· B1 – cego total: nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou direção. · B2 – atletas com percepção de vultos.
O judô é outra modalidade exclusiva para atletas com deficiência visual. No esporte há três categorias: B1, B2 e B3. O primeiro é para competidores totalmente cegos; na B2, os atletas tem percepção de vultos; e na B3 participam aqueles que conseguem definir imagens.
B1: De nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos até à percepção de luz, mas incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direcção. B2: Da capacidade em reconhecer a forma de uma mão até à acuidade visual de 2/60 e/ou campo visual inferior a 5 graus.
O T38 é um protocolo que descreve como enviar um fax por uma rede de dados do computador. O T38 é necessário porque os dados de fax não podem ser enviados por uma rede de dados do computador da mesma forma que uma comunicação de voz.
Classes e Categorias
As classes são identificadas com a letra B (blind, cego em inglês): B1, B2 e B3. Quanto maior o comprometimento visual, menor o número da classe. Assim, a classe B1 contempla os atletas cegos e as classes B2 e B3, os praticantes com baixa visão.
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Não há separação dos paratletas com diferentes graus de deficiência visual nos confrontos, ou seja, B1 – cego total, B2 – atletas que percebem vultos e B3 – atletas que conseguem definir imagens, devem competir entre si.
Nos Jogos Paralímpicos, atletas de diferentes classes podem competir juntos.B1. Cegos totais ou com percepção de luz, mas sem reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância.B2. Atletas com percepção de vultos.B3. Atletas que conseguem definir imagens.
Deficientes intelectuais. Paralisados Cerebrais: T31 a T34 cadeirantes e T35 a T38 andantes. Amputados ou deficiência nos membros superiores ou inferiores: T42 a T44 membros inferiores e T45 a T46 membros superiores.
A brasileira Elizabeth Gomes conquistou a medalha de ouro no lançamento do disco, classe F53 (atletas com deficiência nos membros inferiores). Foi a 12ª medalha de ouro do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 e a de número 99 na história da competição, que o país disputada desde 1972.