De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), sons acima de 55 dB (decibéis) já apresentam alguma forma de desconforto para a audição humana.
Para referência, a exposição a níveis de som acima de 85 decibéis (igual a um cortador de grama, por exemplo) pode causar possíveis danos aos ouvidos por mais de duas horas seguidas. Já a exposição a sons de 105 a 110 decibéis pode causar danos em apenas cinco minutos.
De acordo com a Associação Americana de Fonoaudiologia, qualquer barulho acima de 90 decibéis é considerado “extremamente alto” e prejudicial aos ouvidos humanos.
Os limites de ruído suportados pelo ser humano equivalem ao intervalo de intensidade sonora entre 20 e 140 decibéis (dB). Os ruídos acima de 120 dB provocam sensação de desconforto e acima de 140 dB alcançam o limiar da dor.
Quanto maior ele for, maiores serão os danos causados. A exposição a um ruído que seja muito alto e de forma prolongada gera perdas severas, por exemplo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível indicado é de 50 dB, no máximo.
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Pela nova regra, será aceita a emissão de sons e ruídos que chegue até 85 decibéis (dB), entre 7h e 19h, e de 59dB, das 19h às 7h, durante os dias úteis. Aos sábados, entre 8h e 14h, o limite é de 85dB; das 14h até as 8h, baixa para 59dB – nível que deve ser respeitado também nos domingos e feriados.
105 dB – Buzina – é o volume médio de uma buzina a 8 metros. 100 dB – Martelete. 95dB – Furadeira. 90 dB – Piano a todo o volume.
Sussurros giram em torno de 30 dB, enquanto que uma conversa normal já alcança aproximadamente 60 dB. Um bebê gritando alto pode, como uma motocicleta, atingir 80 dB. Quem gosta de ir a discotecas está exposto ao mesmo nível de ruído (até 110 dB) gerado por um martelo pneumático ou uma serra circular.
De acordo com a legislação brasileira, o nível de ruído permitido no ambiente de trabalho não deve exceder 80 decibéis, considerando a exposição do trabalhador por até 8 horas diárias a tal risco, sem o uso de equipamentos.