Anualmente, o número estimado de animais mortos para consumo humano é de 56 bilhões, sem contar os coletados para pesca, pois torna-se um número incontável, no Brasil são mortos 5 bilhões de animais por ano, em média 14 milhões por dia, no mundo a soma ultrapassada 153 milhões de animais por dia.
A cada ano, oito milhões de toneladas de plástico vão parar nas águas dos oceanos, levando 100 mil animais marinhos à morte, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Este rastreia com as informações cultivadas por Conserve Turtles, o que indica que mais de 1 milhão de animais marinhos (incluindo pássaros, peixes, tubarões, tartarugas marinhas e mais) são conhecidos por serem mortos por ingestão ou ficando de alguma forma emaranhados pela poluição do plástico.
Tartarugas marinhas, focas, leões marinhos, golfinhos, peixes-boi, aves marinhas e peixes são algumas das inúmeras vítimas.
Só no ano de 2016, cerca de mil tartarugas morreram ao ingerir plástico no oceano da região – são três por dia! Os dados são do Instituto Argonauta, entidade sediada em Ubatuba, que se dedica a produzir pesquisas sobre conservação marinha.
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Destaques do CNN Brasil Business:
Os números foram estabelecidos a partir de diversas necropsias realizadas em espécies marinhas, incluindo 197 mamíferos, dos quais duas espécies estão listadas como em extinção, 573 aves, das quais duas estão listadas e 2.955 tartarugas marinhas, das quais cinco foram listadas.
Conforme dados do Instituto Verdeluz, Organização da Sociedade Civil (OSC) que monitora os animais no Estado, já são 29 animais encontrados mortos neste ano, contra 21 óbitos de janeiro a agosto de 2019, por exemplo. Nos anos anteriores, 2017 e 2018, foram 8 e 18 tartaguras mortas, respectivamente.
Cães, gatos, coelhos –mamíferos que, como os humanos, sofrem com os efeitos das partículas finas e óxido de azoto, os principais gases que, a longo prazo, provocam ou agravam doenças respiratórias, além de favorecer a aparição de cânceres e tumores, além de causar a morte precoce.
Focas, baleias, golfinhos, aves marinhas, peixes, caranguejos e muitos outros animais estão adoecendo e morrendo por causa desse problema ambiental crítico. Os microplásticos (pequenos pedaços de plástico provenientes da degradação de plásticos maiores) são uma das partes mais preocupantes desse problema.
Conheça tudo sobre cada animal em extinção1 Ararajuba. Arajuba (Foto: ICMBio ) ... 2 Ariranha. Ariranha (Foto: ICMBio ) ... 3 Baleia-franca-austral. Baleia-franca-do-sul (Foto: ICMBio ) ... 4 Boto cor-de-rosa. Boto cor-de-rosa (Foto: ICMBio ) ... 5 Cervo-do-Pantanal. ... 6 Cuxiú-preto. ... 7 Macaco-aranha-de-cara-preta. ... 8 Lobo-guará
As evidências são inquestionáveis: cada vez mais animais marinhos de diferentes partes do mundo são encontrados mortos por ingerirem o lixo humano que chega aos mares e oceanos, principalmente de material plástico.
Entre 2015 e 2019, foram feitas 29.010 necropsias de aves, répteis e mamíferos marinhos encontrados ao longo das praias das regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Os impactos dos resíduos plásticos nos oceanos
Essa realidade é bastante preocupante, uma vez que esse material pode permanecer no oceano por centenas de anos ou até não se decompor. Além disso, mais de 800 espécies marinhas já são conhecidas por serem afetadas por poluição plástica.
De acordo com a organização Humane Society International (HSI), o número de animais criados e abatidos para consumo por ano no mundo já chegou a 88 bilhões. Isso equivale a mais de 11 vezes a população humana global.
O boto vaquinha não é apenas o menor mamífero marinho que habita o planeta: os especialistas o descrevem como o “mais raro”. É difícil observá-lo em seu habitat, é esquivo e tímido, e se afasta se perceber a presença de barcos. É endêmico do Golfo da Califórnia ou do Mar de Cortez, o que significa que só vive lá.
Esses corpos estranhos podem causar obstruções do trato digestório levando o animal à morte, comprometer a capacidade de se alimentarem ou dificultar a digestão adequada dos alimentos causando má nutrição, doenças, diminuição do sucesso reprodutivo, do crescimento e da longevidade.
Quando os animais comem plástico, ele pode bloquear seu sistema digestivo, causando uma morte longa e lenta por inanição. Pedaços de plástico pontiagudos também podem perfurar a parede intestinal, causando infecção e, às vezes, morte.
Os aparelhos digestivos desses animais começam a ficar cheios de resíduos de lixo e se tornam incapazes de assimilar os nutrientes provenientes de alimentos verdadeiros. O efeito a longo prazo pode incluir o colapso de determinadas populações como tartarugas marinhas, golfinhos, focas e vários outros.
Ao contrário dos materiais orgânicos, os plásticos concentram-se nos oceanos e podem levar 500 anos para se decomporem. Afetam diretamente a fauna marinha, pois são confundidos com alimentos e ingeridos pelos animais, causando sua morte e contaminando cadeias alimentares, com sérios impactos na saúde dos seres humanos.
Novo estudo publicado na revista Biology Letters aponta que a poluição sonora afeta o comportamento de muitas espécies de anfíbios, pássaros, peixes, mamíferos e répteis. Enquanto a poluição sonora evita que alguns animais escapem de predadores, também atrapalha outros bichos na busca por presas.
A poluição da água é a contaminação dos recursos hídricos, através da liberação de compostos físicos, químicos e biológicos prejudiciais aos seres vivos. Ela destrói fontes de alimentos, ocasiona a morte de animais aquáticos e contamina a água potável.
Com a morte dos seres que realizam fotossíntese, a água torna-se pobre em oxigênio e também em alimento. A consequência disso é a morte de peixes e de outros animais que participam dessa cadeia alimentar. As aves marinhas também são bastante afetadas pelos derramamentos de petróleo.
À TV Bahia, o especialista informou que cerca de 150 tartarugas em idade reprodutiva já morreram em 2020.
A poluição por resíduos sólidos (lixo), especialmente fragmentos de material plástico, é uma grande ameaça especialmente para juvenis da tartaruga verde (Chelonia mydas), que equivocadamente se alimentam destes resíduos, causando sérios problemas como obstrução de sistema digestivo, lesões internas e infecções ...
Restos de redes e linhas de pesca abandonados no mar também são perigosos, pois permanecem no ambiente matando indiscriminadamente e desnecessariamente não só as tartarugas marinhas como outros animais que se enroscam e morrem enforcados, por asfixia ou por inanição.
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