Os preços da barriga de aluguel costumam variar entre os países, mas o procedimento pode ir de US$ 58 mil na Georgia, até US$ 130 mil nos Estados Unidos.
O procedimento, que não é permitido no Brasil, mas é legalizado em países como a Ucrânia e Tailândia, consiste na doação temporária do útero por uma mulher que carrega o bebê durante os nove meses de gestação em troca de pagamento.
Cobra-se de R$ 15 mil a mais de R$ 100 mil, além de despesas com a gravidez e estadia quando necessário. Grande parte das mulheres que anunciam a si mesmas nas redes sociais demonstra ter conhecimento de que a prática é considerada ilegal no Brasil. Para elas, a barriga de aluguel não deveria ser criminalizada.
Apesar de ser um número significativo, não são todos os países que adotaram a prática de barriga de aluguel. EUA, Grécia, Ucrânia e Albânia permitem que a prática seja realizada por estrangeiros, enquanto México, Índia, Tailândia permite apenas aos residentes do país.
Nesta situação, este casal gera o embrião através de técnicas de fertilização in vitro (FIV) e, este embrião, é transferido para o útero de outra mulher, que "carrega" o bebê por nove meses e dá a luz. Após o nascimento, o bebê é devolvido aos pais.
No exterior, uma “barriga de aluguel” consiste em uma mulher gerar o bebê em seu útero, mas para outra pessoa. O embrião é gerado por meio de técnica de reprodução assistida, de modo que mantenha a genética de seus pais biológicos. Como recompensa, a gestante recebe um pagamento por gerar o bebê.
A mulher deve ter no máximo 50 anos; Se ela for casada ou viver em união estável, seu companheiro(a) deve assinar um termo de consentimento; É estritamente proibido que haja qualquer relação financeira para a cessão temporária de útero.
Diferentemente do que ocorre no Brasil, o procedimento de alugar o útero para a gestação de um bebê é permitido em países como Estados Unidos, Índia, Tailândia, Ucrânia, México etc.
O tema barriga de aluguer, tem sido frequentemente alvo de várias discussões éticas e jurídicas. Em Portugal, esta técnica foi devidamente legalizada recentemente. O tema gestação de substituição, ou vulgarmente conhecido como barriga de aluguer, tem sido alvo de bastante polémica em todo o mundo.
As operações são realizadas dentro dos limites legais de cada país que permite a contratação de barriga de aluguel. Apesar das várias conquistas das pessoas LBGT+, a maioria dos países não permite que o serviço de barriga de aluguel seja contratado por casais gays ou pais ou mães solteiros.
Na Georgia, no Leste Europeu, casais heterossexuais podem acessar o mesmo serviço por US$ 58 mil, menos da metade do valor. Recentemente, a Colômbia regulamentou o segmento. De acordo com a Tammuz, desde que o vizinho permitiu que casais LGBT+ tivessem acesso às barrigas de aluguel, a procura desse público cresceu 20%.
De acordo com a Tammuz, desde que o vizinho permitiu que casais LGBT+ tivessem acesso às barrigas de aluguel, a procura desse público cresceu 20%. “Acreditamos, que esse crescimento tenha ocorrido, principalmente, em decorrência da nova opção de realizar o processo na Colômbia pelo valor mais acessível, que nos Estados Unidos.