Uma das dúvidas mais comuns na língua portuguesa diz respeito ao uso correto do acento indicativo de crase.A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas. ... Lembre-se de utilizar a crase em expressões que indiquem hora. ... Antes de locuções adverbiais femininas que expressam ideia de tempo, lugar e modo.
Quando usar a crase? Quando o complemento de um verbo que exija a preposição “a” for um substantivo feminino antecedido de artigo feminino “a”: Vamos à loja para comprar outros enfeites. Observe: Vamos a + a loja = Vamos à loja.
A crase é a união do artigo feminino a com a preposição a e com certos pronomes cuja letra inicial também é o a. Essa união é indicada ortograficamente através do uso do acento grave (à), também designado de acento indicador de crase. Exemplos: Gosto de comida à mineira.
Crase é a contração da preposição a com outro a, que pode ser artigo definido, pronome demonstrativo ou o a inicial dos pronomes aquela, aquele, aquilo. É indicada pelo acento grave. Como regra geral, só se usa crase antes de palavras femininas. A exceção são os pronomes demonstrativos aquele e aquilo.
A crase não deve ser empregada junto a alguns pronomes demonstrativos. Os pronomes demonstrativos não admitem determinantes (artigo, por exemplo). Dessa forma, não é apresentada na oração a contração entre artigo e preposição, mas tão somente a preposição.
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A crase é a contração da preposição a com o artigo definido feminino a (a + a = à). Assim, ocorre crase apenas quando há um termo feminino determinado com um artigo definido após a preposição a. A existência de crase, ou seja, de uma contração, é indicada com a escrita do acento grave por cima da vogal a.
No Brasil, não existe distinção fonológica entre as duas palavras; as duas pronúncias são aceitáveis, mas á é a mais geral.
Assim, a crase não deve ser usada nos seguintes casos: 1) Antes de palavras masculinas (em que se usa o artigo definido masculino “o”): ... 2) Antes de verbos, pronomes pessoais, pronomes indefinidos, pronomes demonstrativos, artigos indefinidos e plural genérico (em que não se usa nenhum artigo):
7 casos em que a crase não ocorre de jeito nenhum, nunca mesmo, jamaisAntes de substantivo masculino. ... Antes de verbos. ... Antes de pronomes pessoais, interrogativos e indefinidos. ... Em expressões com palavras repetidas. ... Antes de pronomes de tratamento. ... Antes de numerais cardinais e distância não determinada.
1o) Não há crase antes de pronomes de tratamento que podem designar tanto homem quanto mulher (VOSSA SENHORIA, VOSSA EXCELÊNCIA, VOSSA MAJESTADE, VOSSA SANTIDADE...): ... Não ocorre a crase porque não há artigo definido feminino “a” antes dos pronomes de tratamento. Só temos a preposição “a”.
Atenção: Antes dos pronomes pessoais, como eu, tu, ele, ela, nós, vós, mim (pronome pessoal oblíquo) etc., não ocorre crase, já que não são antecedidos de artigos. Nessas situações haverá apenas a preposição “a”.
A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas: Por se tratar da fusão da preposição “a” com o artigo “a”, a crase somente deverá aparecer antes de palavras femininas. Se ainda assim você ficar em dúvida, basta substituir a palavra feminina por uma masculina.
A crase não deve ser empregada junto a nomes próprios. Os nomes próprios indicam um nome específico, em geral destinado a um ser em particular em oposição a um ser genérico – nome comum (ex: cidade: ser genérico = nome comum; Campo Grande: ser específico = nome próprio).
A crase não deve ser empregada junto aos pronomes relativos QUE, QUEM e CUJO(A).
Nessa frase, “a tarde” e “a moça” exercem a função de sujeito; e “as roupas”, a de objeto direto. Só se usa crase diante da palavra “casa” se estiver especificada ou se “casa” significar “prédio, construção”. A moça voltou a casa. – sem crase, pois “casa” não está especificada mesmo havendo a preposição “a”.
Publicamos outro dia nesta coluna: “Não há crase antes de palavra masculina”. ... Antes de palavra masculina, é impossível haver o artigo definido feminino: “Andar a pé”; “Vender a prazo”; “Falar a respeito disso”.
A dúvida de uma ouvinte é sobre o uso da crase na expressão Graças a Deus . O professor Pasquale explica: quando se fala da entidade, ser supremo Deus, não se usa artigo. Esse a é só preposição, regida pelo substantivo graças .
A crase ocorre se dois aa se encontrarem. O casório se dá quando a preposição a encontra o artigo definido a, ou o demonstrativo a, ou o a inicial dos pronomes demonstrativos aquele, aquela, aquilo: O êxito é obstáculo à liberdade. Entreguei o relatório àquele homem.
Usamos a crase na indicação de horas, exceto se o artigo definido feminino (a/as) estiver precedido das preposições até , desde , após , entre e para . De acordo com a Gramática da Língua Portuguesa, devemos utilizar o acento grave (crase) como indicativo de horas.
Por que: utilizado em perguntas. ... Por quê: utilizado em perguntas no fim das frases. Exemplo: Você não gosta dessa matéria, por quê? Porquê: possui o valor de substantivo e indica o motivo, a razão.
4) Nas palavras de Laudelino Freire, "é de boa linguagem reforçar o pronome objeto com o pronome oblíquo correspondente, ou com o pronome ele, precedidos um e outro da preposição a. Exs.: Mato-me a mim; Sirva-lhes a eles de castigo"3.
Utilizamos “para eu” quando a expressão assume a função de sujeito em uma oração. Já o “para mim”, deve ser empregado quando tem função de objeto indireto em uma oração.
3) A regra fundamental nesse campo diz que o pronome eu é do caso reto, o que significa que serve para funcionar como sujeito. Enquanto isso, o pronome mim é do caso oblíquo, o que quer dizer que ele desempenha uma função sintática própria de um complemento (jamais de um sujeito).
Ela só pode ser exercida pelos pronomes pessoais retos, nunca pelos oblíquos, como é o caso do pronome mim. Errado: Há vários exercícios para mim fazer. Correto: Há vários exercícios para eu fazer. Nada de errado nessa construção.
Mim, no caso, não é sujeito de esquecer, mas complemento de difícil, que rege a preposição para (difícil para mim). A frase, em outra ordem, é Esquecer é difícil para mim. Não confundir com casos em que eu é sujeito do infinitivo: livros para eu ler.
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