450 a.C: Os gregos antigos começam a reconhecer o cérebro como centro das sensações humanas.
Ao longo do primeiro ano, o crescimento mais importante é da substância cinzenta (149%), o aumento da substância branca sendo bem menor (11%). O volume do cerebelo aumenta em 240% durante o primeiro ano, enquanto que os hemisférios cerebrais aumentam em 90%.
Os homens chegam à puberdade mais tarde, aos 17 anos em média. E é só depois disso, por volta dos 20 anos, que eles param de crescer. No caso das meninas, a puberdade vem aos 15 anos. Depois da menarca, a primeira menstruação, a mulher ganha mais 5 ou 7 cm.
A história evolutiva do cérebro humano mostra principalmente o cérebro gradualmente maior em relação ao tamanho do corpo durante o caminho evolutivo dos primatas primitivos para os hominídeos e, finalmente, para o Homo sapiens.
Um estudo humano de longo prazo comparando o cérebro humano ao cérebro primitivo descobriu que o cérebro humano moderno contém a região primitiva do rombencéfalo - o que a maioria dos neurocientistas chama de cérebro protoreptiliano. O objetivo dessa parte do cérebro é sustentar as funções homeostáticas fundamentais.
Além dos hemisférios, de quem dependem a inteligência e o raciocínio do indivíduo, o cérebro é formado por mais dois componentes, o cerebelo e o tronco cerebral, sendo o primeiro o coordenador geral da motricidade, da manutenção do equilíbrio e da postura corporal.
Portanto, o estudo tem a finalidade de tentar compreender a contribuição da neurociência na aprendizagem, tentaremos entender como o cérebro se comporta na aprendizagem, o que é aprender/conhecimento e posteriormente conceituaremos a palavra Neurociência.