“A esquizofrenia tipo hebefrênica é a mais grave, pois cursa desde o início com sintomas chamados negativos, que são embotamento afetivo, isolamento social e perda de interesse, motivação, lógica e iniciativa”, explica o psiquiatra Miguel Angelo Boarati.
“Os surtos mais comuns dos pacientes com esquizofrenia são caracterizados por agitação psicomotora, comportamento desorganizado e alterações de sensopercepção, como alucinações e delírios”, afirma a psiquiatra Cristiane Lopes.
A esquizofrenia é um transtorno mental grave que muda o modo como a pessoa pensa, sente e se comporta socialmente. Ou seja, essa desestruturação psíquica tem sintomas como alucinações, delírios, dificuldades no raciocínio e alterações no comportamento como indiferença afetiva e isolamento social.
Esquizofrenia simples: A esquizofrenia simples apresenta mudanças na personalidade. O paciente prefere ficar isolado – o que inibi seu convívio social –, é disperso aos acontecimentos do dia a dia e insensível no que diz respeito a afetos.
De acordo com o psiquiatra Miguel Boarati, os quatro tipos de esquizofrenia são: paranoide, hebefrênica, catatônica e indiferenciada.
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Sem tratamento, esquizofrenia piora a cada crise
Cada surto provocado pela doença leva a uma piora dos sintomas e à necessidade de doses maiores da medicação para obter o controle da patologia.
Existem alguns tipos de ESQUIZOFRENIA, mas a ESQUIZOFRENIA INDIFERENCIADA é que os pacientes não se enquadra exatamente num dos tipos mais conhecidos, como: ESQUIZOFRENIA DESORGANIZADA, CATATÔNICA, RESIDUAL.
Esse tipo de Esquizofrenia é diagnosticado quando o paciente já não apresenta nenhum sintoma proeminente ou quando eles aparecem em baixa intensidade. Algumas alucinações e delírios ainda podem estar presentes, mas as suas manifestações costumam ser menos frequentes do que em fases anteriores da doença.
Até hoje, não foi descoberta a causa da esquizofrenia, mas a combinação de alguns fatores genéticos, cerebrais e do ambiente podem desencadear a doença. Fatores hereditários - parentes de primeiro grau de um esquizofrênico têm mais chances de desenvolver a doença do que as pessoas em geral.
Geralmente a esquizofrenia se inicia com uma simples apatia no final da adolescência e no começo da vida adulta, na faixa dos 18 aos 30 anos. Aos poucos, o indivíduo abandona as atividades rotineiras e se isola.
Sintomas da esquizofreniaIsolamento social.Irritabilidade.Paranoia.Tristeza constante ou depressão.Apatia.Perda de memória.Dificuldade de concentração.
Moléstias como esquizofrenia e bipolaridade podem encurtar a vida entre dez e vinte anos. Redução é de oito a dez anos para tabagistas. Doenças mentais sérias podem encurtar a vida em até vinte anos.
— A esquizofrenia está associada com aumento de dez vezes do risco de morte por suicídio, e 50% dos pacientes esquizofrênicos podem tentar o suicídio em algum ponto do curso da doença, sendo mais comum durante os anos iniciais — apontou Antônio Silva.
Não hesite em procurar ajuda especializada. Por fim, uma das condutas mais adequadas ao lidar com o surto psicótico é a busca por profissionais especializados. Seja durante ou logo após o episódio, é muito importante procurar acompanhamento e entender os motivos que podem ter desencadeado o surto.
Quanto tempo leva para a pessoa volta ao normal de um surto psicótico? Transtorno psicótico breve – os sintomas psicóticos duram pelo menos 1 dia, mas não mais que 1 mês. Geralmente ocorre em resposta a um evento estressante da vida. Depois que os sintomas desaparecem, eles podem nunca mais voltar .
Por definição, um surto emocional é uma dissociação psíquica que leva o indivíduo a não ter mais consciência, que seja por um breve período, da realidade que o cerca.
“A esquizofrenia não é uma doença hereditária, mas fatores genéticos aumentam a vulnerabilidade para desenvolvê-la. Pessoas que têm um familiar de primeiro grau acometido apresentam risco de 10% a 15% de ter a doença, em comparação ao risco de 1% da população geral”, afirma o psiquiatra Alexandre Proença.
Confira a seguir e entenda melhor o tema!Apresenta problemas de sono. Esse é um problema relacionado a diversos transtornos mentais, podendo ser desde a insônia até o excesso de sono. ... Está sempre ansioso ou tenso. ... Humor se altera com facilidade. ... Tem se afastado das pessoas. ... Esquecimento frequente.
Os sintomas da esquizofrenia são alucinações, delírio, embotamento afetivo, dificuldade de socialização, dificuldade para manter os afazeres do dia-a-dia, prejuízo no trabalho. Caso desconfie desse diagnóstico procure um psiquiatra para iniciar tratamento.
Isso varia conforme o paciente. Ele é tomado por delírios, que são sempre pensamentos. Mas também pode ter alucinações, ou seja, percepções irreais dos órgãos dos sentidos. Na esquizofrenia, as alucinações são tipicamente auditivas.
Tratamento bem feito pode permitir relação amorosa envolvendo esquizofrênico. Mesmo assim, a médica afirma que existe uma pequena possibilidade de uma pessoa com esquizofrenia se envolver em um relacionamento amoroso. Para isso, é preciso que os sintomas sejam amenizados significativamente pelo tratamento.
Existe uma idéia na população em geral de que a pessoa pode desenvolver esquizofrenia a partir de um sofrimento por que a pessoa já passa, como algum transtorno depressivo ou ansioso. Não há esse risco.
Foi reportado o uso benéfico de diferentes plantas para o tratamento de sintomas da esquizofrenia incluindo: Erva de São João (Hypericum perforatum) para o tratamento de desordens afetivas e depressão; Valeriana (Valeriana officinalis) para ansiedade e epilepsia; Ginkgo biloba em casos de demência e déficit de memória; ...
É muito comum a pessoa com esquizofrenia ter atitudes que causam constrangimentos e repulsa. No entanto criticar, recriminar, repreender ou debochar, pode desencadear um estado de estresse. Também evite superproteger o paciente com esquizofrenia ou ele poderá tornar-se dependente, não demonstrando iniciativas.
“Se for avaliado que o paciente tem capacidade de gerenciar a própria vida, nada o impediria de morar sozinho. Contudo, para evitar riscos, seria necessário haver uma rede de apoio que conseguisse identificar uma piora do funcionamento ou retorno dos sintomas psicóticos do paciente”, esclarece a médica.
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