A ansiedade pode ser definida como um sentimento desagradável de apreensão, angústia, tensão, medo, incerteza ou desconforto diante de alguma situação que pode constituir uma ameaça ou de uma situação desconhecida ou estranha.
A pessoa que sofre de ansiedade sente-se angustiada, ameaçada, bloqueada e pode inclusivamente dizer ter “maus pressentimentos”, mesmo sem, muitas vezes, conseguir identificar o motivo que está a causar esse mal estar.
Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. "Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso.
De acordo com Silva (2020), Freud dividiu a ansiedade em três categoria: Realista, Moral e Neurótica.
O que causa ansiedade, de modo geral, são momentos de grande estresse ou situações traumáticas. Contudo, as crises também podem acontecer quando a pessoa está calma e não passou por nenhum evento. Elas são reações extremas, em que o indivíduo se sente alarmado, como se algo muito ruim fosse acontecer.
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Fatores ambientais. Traumas e eventos estressantes podem contribuir para o aumento da ansiedade. O Transtorno de Ansiedade Generalizada também pode piorar durante os períodos de estresse.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
A pessoa não consegue relaxar, pois apresenta preocupação excessiva com a vida e em relação a tudo que envolve sua rotina: estudos, vida profissional, condições de saúde e segurança dos amigos e familiares.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Os prejuízos do TAG são muito grandes, pois a pessoa sente-se paralisada, sem conseguir realizar suas atividades além de enfrentar problemas para dormir (insônia), dores de cabeça, indisposição, angústia e tensão constante.
“Existem algumas graduações para a ansiedade utilizadas na prática clínica: leve, moderada e grave”, afirma a psiquiatra Claudia Chaves Dallelucci.