A questão balcânica e o assassinato de Francisco Ferdinando Assim, a Alemanha, por exemplo, buscava uma integração cultural com a Áustria-Hungria, que, por sua vez, tinha interesse político na região dos Bálcãs. Acontece que a região dos Bálcãs era habitada também por pessoas de origem eslava e muçulmana.
Apoiando esses movimentos, os russos pretendiam garantir sua vindoura influência política e econômica. Para tanto, contavam com o apoio da Sérvia, que pretendia capitanear localmente a anexação dos territórios.
Estopim da guerra: a questão balcânica
Em nome do nacionalismo eslavo, os sérvios pretendiam anexar a Bósnia-Herzegovina, uma região que pertencia ao Império Austro-Húngaro.
(Mackenzie) Dentre as causas da Primeira Grande Guerra, destaca-se a questão balcânica, que pode ser associada: a) à formação de novas nacionalidades, como a Iugoslava sob a tutela da Alemanha. b) às disputas coloniais na Ásia e na África entre a França e a Inglaterra.
A Península Balcânica e sua história tiveram importante papel na formação das alianças que marcaram o desenvolvimento da Primeira Guerra Mundial.
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A Península Ibérica foi conquistada pelos romanos no século III a.C. que, desta maneira, conseguiram dominar o comércio do Mar Mediterrâneo. O poderoso e organizado exército romano não enfrentou resistência por parte dos povos peninsulares.
A principal característica geográfica da Península Balcânica é o complexo montanhoso, que atinge praticamente toda a extensão dos Balcãs. Esse fator dificulta a prática da agricultura e a ligação por meio de estradas de rodagem.
O evento trágico foi resultado das inúmeras causas da Primeira Guerra Mundial. Entre os fatores estão a rivalidade econômica e os ressentimentos guardados por fatos ocorridos no passado, além das questões nacionalistas. O principal estopim da guerra foi Atentado de Sarajevo, capital da Bósnia, em 28 de junho de 1914.
Em julho de 1914, as tensões entre a Tríplice Entente (também conhecida por Aliados) e a Tríplice Aliança (também conhecida por Potências Centrais) inflamaram-se com o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, herdeiro do trono Austro-Húngaro, por um nacionalista sérvio bósnio, durante uma visita sua a Sarajevo.
O fato que deflagrou a Primeira Guerra foi o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austríaco, e sua esposa no dia 28 de junho de 1914. O arquiduque e sua esposa foram mortos a tiros em Sarajevo, capital da Bósnia. O assassino foi um estudante nacionalista sérvio.
Esta questão colocou em lados opostos os países da Tríplice Entente e da Tríplice Aliança. A disputa pelos Balcãs (região entre os mares Negro e Adriático) teve início no fim do século XIX, com o desmantelamento do Império Turco-Otomano.
A Tríplice Aliança foi um acordo econômico, político e militar entre Alemanha, o império Austro-Húngaro e Itália. Criada com o objetivo de criar uma proteção e apoio em caso de guerra, seu surgimento data de 20 de maio de 1882.
Criado em 1905, por Alfred von Schlieffen, Comandante do Exército alemão, esse plano oferecia uma alternativa para que os alemães vencessem uma guerra na Europa. Segundo o mesmo, os alemães deveriam investir em um pesado ataque contra a França, utilizando praticamente noventa por cento de suas tropas.
Anteriormente à Tríplice Entente houve a Entente Anglo-Russa, em 1907; a Aliança Franco-Russa, em 1891 e a Entente Cordiale, entre a França e a Inglaterra, em 1904. ... O seu maior interesse se concentrava no fato de a Rússia se localizar em local estratégico.
Essa região é de interesse estratégico para a Rússia, devido ao controle das companhias internacionais de petróleo sobre as jazidas do mar Cáspio, e esses movimentos de cunho separatistas põem em risco o domínio russo na região. Além das reservas, o transporte, antes exclusividade do Estado, também tem gerado tensão.
A França alimentava em relação à Alemanha um forte sentimento de revanchismo, por causa da humilhante derrota sofrida na Guerra Franco-Prussiana de 1870-71, e desejava recuperar a região da Alsácia-Lorena, perdida para os alemães naquele conflito.
O estopim da Primeira Guerra Mundial aconteceu em 28 de junho de 1914, quando o arquiduque do Império Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, e sua esposa, Sophie, foram assassinados enquanto desfilavam pelas ruas da cidade de Sarajevo, na Bósnia.
Após a Grande Guerra, quatro impérios desmoronaram: Alemão, Austro Húngaro, Russo e Otomano. Deles surgiram uma série de novos países, como Polônia, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Áustria, Hungria, Estônia, Lituânia e Letônia.
As consequências imediatas da Primeira Guerra Mundial foram evidentemente as baixas humanas. O conflito fez mais de 8 milhões de mortos (1,9 milhões na Alemanha, 1,7 milhões na Rússia, 1,4 milhões na França, 1 milhão na Áustria-Hungria e 760 mil na Inglaterra), 20 milhões de feridos e 6 milhões de inválidos.
Instabilidade econômica e política
Além das perdas humanas, os países envolvidos na guerra tiveram consideráveis perdas materiais. Com isso, a Europa deixa o lugar de hegemonia que tinha no panorama mundial e passa a uma situação de dependência econômica.
Muitos povos diferentes vivem na região dos Bálcãs, mas a maioria pertence a um grupo mais amplo: o dos eslavos. Sérvios, croatas, eslovenos e macedônios, por exemplo, são de origem eslava. Outros, como romenos, albaneses, búlgaros, húngaros, turcos, alemães e ciganos, têm origens diferentes.
Balcãs ou Península Balcânica é uma porção do território europeu localizada na porção sudoeste do continente. A sua extensão territorial é de aproximadamente 550 mil quilômetros quadrados. É banhado pelos rios Danúbio, Kuava, Morava e Maritsa.
Vários países compõem hoje a região: Albânia, Grécia, parte da Turquia na Europa, Romênia, Bulgária, além das repúblicas que compunham a ex-Iugoslávia: Eslovênia, Croácia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro, Macedônia, Sérvia e, desde fevereiro de 2008, Kosovo.
Ressalta-se a relevância da História Ibérica para entender a sociedade brasileira, em sua trajetória: o predomínio da língua latina; características culturais tão importantes como o patrimonialismo, o compadrio e as formas de subordinação social; a mescla étnica, cultural e religiosa.
Península que se situa na parte mais ocidental da Europa e compreende dois países: Espanha e Portugal. É por vezes chamada Península Hispânica.