1° Distrito Federal: 0,874. 2° Santa Catarina: 0,840. 3° São Paulo: 0,833. 4° Rio de Janeiro: 0,832.
O IDH do Brasil é atualmente 0,759 e considerado alto. Esse medidor classifica os países pelas seguintes categorias: muito alto desenvolvimento humano; alto desenvolvimento humano; médio desenvolvimento humano; e baixo desenvolvimento humano.
Os cinco estados com maiores IDH-M no Brasil são, respectivamente, Distrito Federal (0,844), São Paulo (0,814), Rio Grande do Sul (0,809), Santa Catarina (0,806) e Rio de Janeiro (0,802), situando-se na faixa de alto desenvolvimento humano. Todos os demais encontram-se na categoria de médio desenvolvimento humano.
O maior IDHM registrado foi o da região Sudeste com valor de 0,766, seguida pela região Centro-Oeste, com 0,757. A região Sul está com o IDHM de 0,754.
Ao analisarmos as médias de IDH dos estados do Brasil, ficam explícitas as diferenças sociais entre eles, com destaque para os elevados índices da Região Sul e os baixos IDHs dos estados nordestinos.
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Rio Grande do Sul:
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,832.
O IDH do Brasil cresceu de 0,762 para 0,765. No entanto, caiu cinco posições no ranking, em relação ao ano anterior, ficando em 84º lugar entre 189 países.
O Brasil possui um IDH de 0,699 e atualmente ocupa o 73° lugar no ranking mundial. O nível de saúde é um dos critérios utilizados para o cálculo do IDH. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dado utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para analisar a qualidade de vida de uma determinada população.
No Brasil, Santa Rosa do Purus, no Acre, é o município menos desenvolvido com o índice de 0,2763. O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal varia de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade. A nota é calculada segundo a análise de três conjuntos de indicadores.