A Arménia é considerada como a primeira nação do mundo a ter adotado o cristianismo como religião de Estado no início do século IV. Gregório, o Iluminador é o padroeiro e primeiro dirigente da Igreja arménia, tendo sido ele que converteu o país em 301, durante o reino de Tiridate III.
O Cristianismo surgiu na Palestina, região sob o domínio romano desde 64 a.C. Tem como origem a tradição judaica de crença na vinda de um Messias, o redentor, o salvador, o filho de Deus, cuja vinda seria uma redenção para todos aqueles que acreditassem nele.
O Cristianismo surgiu há 2019 anos (segundo o calendário cristão), com o nascimento de Jesus Cristo na Palestina.
A África é o segundo continente em que o cristianismo foi estabelecido. Como uma religião organizada, a presença do Cristianismo na África começou no final do século I no Egito, e até o fim do século II na região em torno de Cartago.
Historicamente, os fatos que fundamentaram o cristianismo ocorreram durante o Império romano, nos últimos séculos da Idade Antiga, que se estendeu de aproximadamente 3.500 a.C. até 476 d.C. O cristianismo surgiu a partir da doutrina dos homens que seguiram Jesus Cristo.
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A fé cristã acredita essencialmente em Jesus como o Cristo, Filho de Deus, Salvador e Senhor.
A partir do ano 313 da nossa era, graças ao Edito de Milão promulgado por Constantino Magno, o culto cristão passa a ser permitido em todo o Império. No mesmo século IV d.C., no ano de 384 em função do Edito da Tessalônica, de Teodósio Magno, o cristianismo se torna a religião oficial do Império Romano.
O Cristianismo se difundiu na África desde o surgimento da religião, por causa da presença Romana no continente. Durante o reinado de Ezana, o Grande, a Etiópia foi declarada uma das primeiras nações cristãs do mundo.
Para incentivar a expansão do cristianismo nos continentes africano e asiático houve a construção de igrejas, mosteiros e dioceses. Essa estrutura, além de ser fundamental para o funcionamento institucional da Igreja, demarcava a presença católica no cotidiano e imaginário das populações locais.
Os portugueses começaram a explorar a costa do atual território angolano em 1483, levando os primeiros missionários católicos à região em 1491. Enquanto isso, em 1506, o primeiro reino cristão ao sul do Saara foi estabelecido pelos portugueses na região para a evangelização.
A perseguição aos cristãos encerrou-se a partir de 313 com o Édito de Milão, assinado pelo imperador Constantino. A partir de 380, com a assinatura do Édito de Tessalônica pelo imperador Teodósio, o Cristianismo transformou-se na religião oficial do Império.
Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia e, como tal, o hinduísmo é citado frequentemente como a "religião mais antiga", a "mais antiga tradição viva" ou a "mais antiga das principais tradições existentes".
Principais grupos religiososCristianismo (31.2%)Islamismo (24.1%)Irreligião (16%)Hinduísmo (15.1%)Budismo (6.9%)Religiosidade popular (5.7%)Siquismo (0.29%)Judaísmo (0.18%)
No ano de 1532, chegou, ao Brasil, o primeiro protestante: o luterano Heliodoro Heoboano, filho de um amigo de Lutero, que aportou em São Vicente.
A cristianização inicial dos diversos povos germânicos foi realizada por diversas maneiras, e facilitada em parte pelo prestígio do Império Romano cristão entre os pagãos da Europa. A ascensão rápida do cristianismo germânico deveu-se, portanto, principalmente à conversão voluntária feita em menor escala.
Conversão e Colonização
O cristianismo está intimamente ligado à colonização. A supremacia europeia se baseava também na supremacia da religião cristã, afinal, para portugueses, ingleses e espanhóis, Deus estava a frente, abençoando a expansão colonial.
Sob a inspiração do lema “um Deus no Céu, um Imperador na Terra”, Constantino proclamou em 313 o Édito de Milão, lei que garantia liberdade para cultuar qualquer deus, o que seria fundamental para a futura conversão total do império à religião. “Na prática, o Édito de Milão representou a verdadeira guinada.
A religião surgiu em algum momento entre os períodos Paleolítico e Neolítico, assim que os primeiros grupos humanos tornaram-se sedentários. As primeiras manifestações religiosas relacionavam-se com os fenômenos da natureza, ou seja, os fenômenos naturais eram entendidos como uma manifestação divina.
Hoje, a igreja pode estar presente na maior parte dos países do continente, mas foi apenas na África do Sul, em Angola e em Moçambique que ela se fincou de modo expressivo. Fora as áreas onde há maioria muçulmana, diz o especialista, o restante do continente hoje é maciçamente cristianizado.
Na África existem mais de 200 orixás, mas no Brasil eles foram reduzidos a 16 dos quais, 12 são os mais cultuados.
- Com Constantino (306-337), a partir da garantia da liberdade de culto, o cristianismo ganhou a condição de expandir por todo o império romano entre os século IV e VI . - Teodósio, em 391, com o reconhecimento do novo credo, dava ao cristianismo os ares de religião oficial do Império Romano.
Os Romanos da Antiguidade eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características (qualidades e defeitos) de seres humanos, além de serem representados em forma humana.
O cristianismo começou a espalhar-se a partir de Jerusalém, e depois em todo o Oriente Médio, acabando por se tornar a religião oficial da Armênia em 301, da Etiópia em 325, da Geórgia em 337, e depois a Igreja estatal do Império Romano em 380.
Os apóstolos, "enviados" em grego, eram certamente os líderes proeminentes nessas comunidades. Pedro foi, sem dúvida, o apóstolo mais influente nos primeiros tempos, mas Tiago, Paulo e João também tiveram um papel importante no estabelecimento do primeiro cristianismo.
Paulo: O maior líder do cristianismo.