Na Europa, o realismo teve início com a publicação do romance realista Madame Bovary (1857) de Gustave Flaubert.
No Brasil, tal estilo teve como marco inicial a publicação do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
Seu destaque no meio literário deu-se em 1881 com a publicação do polêmico romance O mulato, considerado o primeiro romance naturalista da literatura brasileira.
Machado de Assis
Ele foi poeta, dramaturgo, cronista, romancista, jornalista, crítico literário e contista. Machado de Assis é considerado o pai do realismo no Brasil. Esse título lhe foi dado, pois no ano de 1881 ele publicou a primeira obra considerada realista no Brasil. "Memórias Póstumas de Brás Cubas".
Considerado o precursor do naturalismo no Brasil, Aluísio de Azevedo foi uma figura multifacetada: jornalista, romancista, contista, cronista, diplomata, desenhista, pintor e caricaturista.
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O principal representante do Naturalismo no Brasil foi o maranhense Aluísio Azevedo. Em sua obra máxima, O Cortiço, Aluísio condensou todos os ideais naturalistas ao mostrar como a influência do meio e a força dos instintos determinam o comportamento das personagens.
O Naturalismo no Brasil
E foi influenciado por essas lutas e por Émile Zola e Eça de Queiroz, que o maior representante dessa escola no país, o maranhense Aluísio Azevedo, criou o romance “O Mulato” (1881), marco inicial do Naturalismo brasileiro, e a conhecida obra “O Cortiço” (1890).
O Realismo no Brasil teve início no ano de 1881, quando Machado de Assis (1839-1908), que, até então, era um escritor romântico, publicou a obra realista Memórias póstumas de Brás Cubas.
No Brasil, o realismo foi um movimento literário em que seu principal expoente foi Machado de Assis. Inclusive, tal estilo teve como marco inicial no país a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubras, um dos mais célebres romances machadianos.