O mineralograma é um exame laboratorial que tem como objetivo identificar a quantidade de minerais essenciais e tóxicos no organismo, como fósforo, cálcio, magnésio, sódio, potássio, chumbo, mercúrio, alumínio, entre outros.
As análises de metais pesados geralmente são realizadas em amostra de sangue coletada de veia do braço ou em urina de 24 horas. São utilizados frascos especiais sem metal para sangue e sem ácido para urina para reduzir o risco de contaminação da amostra por fontes externas de metal.
Para descobrir as deficiências em minerais e a presença de metais pesados, não é necessário fazer o exame via aparelho de mineralograma, que chega a custar R$ 500.
Ter uma alimentação rica em frutas e legumes, pois a desintoxicação também elimina minerais essenciais para o funcionamento do organismo, que devem ser repostos pela alimentação; Ingerir pelo menos 2 litros de água por dia, para ajudar na eliminação das toxinas.
O mineralograma é feito no Brasil principalmente a partir de fios de cabelo. Mas no exterior análise do sangue e da urina também é muito utilizada. Há diferenças entre esses três tipos de exame. A observação do fio de cabelo mostra a quantidade de minerais presentes por um período maior.
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O mineralograma é um exame laboratorial que tem como objetivo identificar a quantidade de minerais essenciais e tóxicos no organismo, como fósforo, cálcio, magnésio, sódio, potássio, chumbo, mercúrio, alumínio, entre outros.
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Para que serve o mineralogramaFósforo;Cálcio;Sódio;Potássio;Ferro;Magnésio;Zinco;Cobre;
O diagnóstico inicialmente é clínico, mas para algumas intoxicações, exames de urina e sangue podem auxiliar. Na maioria das intoxicações, o tratamento é de suporte; antídotos específicos são necessários para alguns.
Outras medidas que ajudam o corpo a eliminar os metais pesados naturalmente são: ingerir alimentos com poderes terapêuticos, como coentro e chlorella (um tipo de alga, vendido em cápsulas ou pó);
Doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, assim como depressão, problemas cognitivos, autismo, compulsão e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) têm sido amplamente relacionadas com os danos causados por metais pesados no sistema nervoso central1,2.