Os povos bantos acreditavam que as almas dos mortos tinham que atravessar a grande massa de água para se encontrar com seus antepassados, sem contudo abandonar completamente o mundo dos vivos. Isso porque a morte era entendida não como extermínio do ser, mas como diminuição de sua energia vital.
Católicos: 64,6% Evangélicos: 22,2% Sem religião: 8% Espíritas: 2%
Praticavam religiões tribais, onde grande ênfase era dada ao culto a seus antepassados. Nesse processo de expansão pelo continente africano, mataram, expulsaram ou se fundiram às populações nativas, que eram aparentadas aos atuais povos de línguas khoisan que habitam algumas regiões do sul da África, como a Namíbia.
Os bantus promoveram e mesclaram sua cultura nativa no Rio, com os cucumbis, as congadas e o jongo que são ritmos considerados pais do samba. Na culinária inseriram, o quiabo, o angu, maxixe, jiló, a moqueca de peixe e a feijoada.
Entre as religiões com influência dos povos bantos (quimbundos), estão: Cabula (ES) Candomblé bantu ou angola (BA, RJ, SP) Candomblé de caboclo (BA)
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No Brasil, eram levados principalmente para o Maranhão, o Pará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo. Os bantos tiveram participação expressiva na formação da cultura e do povo brasileiro. Várias palavras do português falado no Brasil têm origem no quimbundo, uma língua banta de Angola.
As que mais se destacaram na época, assim como nos dias de hoje, são o Candomblé e a Umbanda. Além dessas, outras religiões também possuem características africanas, como Xangô e a Jurema, também conhecida como Catimbó.
A cultura Bantu é uma das heranças africanas de grande importância e complexidade na cultura brasileira devido à diversos fatores, principalmente a respeito de suas origens e migrações. ... Os Bantu, vindos da região dos Camarões, progrediram lentamente pela África Central, Oriental e Austral.
É da madeira de Cabinda (Pausinystalia macroceras, mais conhecida por Yohimbe) entalhada onde cria-se diversas peças de arte. De acordo com o escultor Victor Calulo, “as peças arte africanas sempre serviram para decorar paredes de palácios reais, celeiros, etc. ...