A primeira concepção de justiça apresentada é a corrente utilitarista, teoria que tem como principais autores Jeremy Bentham e John Stuart Mill, em que acredita-se que o justo é a forma de agir que ira garantir o maior bem estar possível para a comunidade.
De fato, a justiça, baseada na utilidade, é a parte principal de toda a moralidade, pois diz respeito diretamente aos aspectos essenciais do bem estar humano, e portanto tem uma obrigatoriedade mais absoluta do que quaisquer outras regras para conduzir a vida.
Segundo Sandel o conceito de justiça gravita em torno de três ideias principais: a aumentar o bem-estar material da sociedade, respeitar a liberdade dos cidadãos e promover a virtude. Dependendo da centralidade de cada uma destas ideias temos uma forma diferente de conceber a justiça.
Jeremy Bentham
Pode-se conceituar o utilitarismo como o entendimento segundo o qual o ser humano busca sempre o prazer e evita a dor, ou seja, visa sempre ao próprio bem-estar. Uma ação será útil, portanto, quando maximizar a felicidade que alguém pode alcançar.
A Justiça, na filosofia antiga, significava virtude suprema, que tudo abrangia, sem distinção entre o direito e a moral. ... Considerando as quatro virtudes básicas do sistema de Platão, a Justiça é uma espécie de eixo gravitacional, em torno do qual circundam as outras três: autodomínio, coragem e sabedoria.
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O que é Justiça:
Justiça é a particularidade do que é justo e correto, como o respeito à igualdade de todos os cidadãos, por exemplo. Etimologicamente, este é um termo que vem do latim justitia. É o principio básico que mantém a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal.
25): "Efetivamente, a justiça, para Sócrates, consiste no conhecimento e, portanto, na observância das verdadeiras leis que regem as relações entre os homens, tanto das leis da cidade como das leis não-escritas.
Bentham sugeriu uma forma de quantificar a utilidade em 7 critérios: Intensidade, Duração, Certeza, Proximidade, Fecundidade, Pureza, Extensão.
A principal correção diz respeito às concepções de prazer e dor que Bentham propôs em seu utilitarismo. No pensamento benthamiano, o cálculo da felicidade deve levar em consideração apenas a quantidade de prazer envolvido. Já Mill entendia diferente e buscou levar em conta a qualidade desse prazer.
O consequencialismo é uma doutrina do âmbito da filosofia moral e da ética que afirma que o valor moral de um ato é determinado exclusivamente por suas consequências. ...
São apresentadas três concepções de justiça na obra: a utilitarista, a ideia de que justiça começa pela liberdade e a de justiça associada à virtude. O utilitarismo parte da premissa de que nossas vidas são regidas por duas grandes áreas, uma associada à felicidade e ao prazer e outra associada à dor e ao sofrimento.
Sandel “Justiça: o que é fazer a coisa certa?”, no que diz respeito ao que seria justiça na contemporaneidade. Sandel explicita que o objetivo do seu livro é submeter o leitor a conceber sua própria visão sobre justiça trazendo alguns casos concretos para se pensar sobre ela, e não apresentar um conceito fechado.
O objetivo é discutir dilemas morais e éticos. Dilemas cotidianos são debatidos de forma descontraída e com participação direta dos estudantes. Sandel defende que a filosofia não é algo distante, mas parte do cotidiano. ... Dessa forma, o filósofo explica que o autoconhecimento permite uma nova forma de ver as coisas.
Hume considera a utilidade como motivo que agrada as pessoas ao afirmar que: A utilidade é agradável e granjeia nossa aprovação. Esta é uma questão de fato, confirmada pela observação diária.
Na forma clássica do utilitarismo, pressupõe-se que cada ação individual deve ser avaliada em relação ao princípio da utilidade. Por exemplo, quando prestamos falso testemunho, para saber se isso será errado, teríamos que avaliar as consequências desse ato particular (falso testemunho).
um dos mais fortes obstáculos à aceitação da Utilidade ou da Felicidade como critério do certo e do errado tem sido extraído da idéia de justiça. MILL, John Stuart. O Utilitarismo. Tradução de Alexandre Braga Masselia.
Contudo, para que se entenda como a moral nosistema de Bentham distingue-se da moral no sistema de Mill, énecessário ter uma clara noção da natureza humana dos indivíduosde ambos os autores e dos respectivos princípios de utilidade quederivam destas distintas noções de natureza humana, pois oconceito de moralidade de ...
O ponto de partida do utilitarismo de Bentham encontra-se na sua crítica à teoria do Direito Natural e no questionamento da própria utilidade dos conceitos e das normas jurídicas, a fim de observar a aplicação prática para o homem.
Suas obras, ao longo da carreira, além de dissertarem quanto ao utilitarismo, abordaram temas como liberdade (política, econômica e de expressão), defesa a democracia representativa, marcada por participação popular (população ativa politicamente) e defesa pela igualdade de direitos entre homens e mulheres.
Este consiste em proporcionar o máximo prazer e o menor desprazer ao maior número possível de pessoas. Nestes termos, por princípio da utilidade, entende-se “aquele princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem a aumentar ou a diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo”.
Bentham reivindicava a ideia de igualdade moral, isto é, afirmava que há que considerar por igual os interesses de todos os afetados por uma ação.
Era a favor da igualdade entre os sexos e da separação entre Estado e Igreja. Defendia o direito dos animais e as liberdades de expressão e de crença. Foi um dos primeiros a falar em favor do divórcio e da descriminalização da homossexualidade.
Resumo: A noção de Justiça de Platão reflete na sua metafísica, colocando-a em uma posição de uma Verdade a ser buscada por todos que prezam um amor pelo conhecimento, dando-a uma posição de virtude, de uma excelência a ser apreendida por qualquer um.
Platão reconhece a justiça como sinônimo de harmonia social, relacionando também esse conceito à ideia de que o justo é aquele que se comporta de acordo com a lei. ... Para Polemarco a justiça consistia em dar a cada um o que lhe é devido, em fazer o bem aos amigos e o mal aos inimigos.
A justiça em Sócrates, portanto, é a sua vida, porquanto podemos retirar diversos ensinamentos sobre justiça apenas com suas decisões e escolhas: com seu respeito às leis podemos retirar um pensamento de justiça associado ao respeito ao que é conforme a lei, e, desse modo, a justiça como algo que deve ser efetivado; ...
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