Células-tronco do sangue do cordão umbilical: 1. São capazes de regenerar e reparar o sistema sanguíneo, portanto poderiam ser usadas em doenças hematológicas, tais como anemias, leucemias, talassemias, etc.
Em termos práticos, podemos afirmar que células-tronco são células que têm o potencial de recompor tecidos danificados e, assim, auxiliar no tratamento de doenças como câncer, mal de Parkinson, mal de Alzheimer e doenças degenerativas e cardíacas.
Vantagens e desvantagens
As células do cordão estão imediatamente disponíveis ao paciente, anulando a necessidade de localizar um doador de medula óssea. Neste tipo de transplante também não é necessária a compatibilidade total entre o sangue do cordão e o paciente.
O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco hematopoiéticas, que têm o potencial de reparar o sistema sanguíneo do corpo e, por isso, servem para o tratamento de doenças hematológicas, como leucemias, linfomas, talassemias, etc.
Melhor do que guardar apenas o sangue do cordão umbilical seria preservar, também, o seu próprio tecido, que é rico em células-tronco mesenquimais. Mais versáteis que as hematopoéticas, elas poderiam, no futuro, ser utilizadas no tratamento de um leque maior de doenças.
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Tradição que perdura há gerações, mães guardam umbigo dos filhos para manterem a conexão após o cordão ser cortado na maternidade. “Sempre escutei que era bom guardar e depois enterrar porque traz sorte para a vida da criança”, diz a advogada Yasmim Rosa.
A limpeza do coto deverá ser realizada várias vezes ao dia, principalmente após troca de fraldas, com água e sabonete neutro. Depois de secá-lo bem, o uso de um cotonete com álcool 70% em todo umbigo ajudará na cicatrização.
Doenças que podem ser tratadas com células-troncoLeucemias. Leucemia é um termo genérico utilizado para descrever o “câncer” dos leucócitos, os glóbulos brancos do sangue. ... Talassemias. ... Neuroblastoma. ... Imunodeficiências primárias. ... Anemia sideroblástica. ... Doenças metabólicas. ... Anemia falciforme.
Entre US$ 20 mil e US$ 40 mil é o preço médio em clínicas espalhadas pelo mundo. Elas prometem, por meio de aplicações de células-tronco, reverter problemas diversos de saúde. Estima-se que existam cerca de 700 desses estabelecimentos em todo o planeta.
Como é feito o tratamento
O tratamento com células tronco deve ser feito em um hospital ou clínica especializada nesse tipo de procedimento e é feito com a aplicação das células tronco diretamente no sangue da pessoa em tratamento, resultando na estimulação do sistema imune e formação de células especializadas.
A maior desvantagem é a dose de utilização, uma vez que a doação ocorre em uma única coleta (sem possibilidade de nova coleta) e o volume é restrito. Por isso, o número de células-tronco pode ser limitado.
As obtidas de embriões são conhecidas como totipotentes e podem se transformar em qualquer tipo celular. Temos também células-tronco adultas em vários tecidos: sangue, medula óssea, fígado e cordão umbilical. As células-tronco adultas têm algumas limitações, pois não podem se diferenciar em qualquer célula.
A vantagem da utilização da técnica do autotransplante através das células–tronco adultas é que elas não provocam rejeição imunológica e também porque estão isentos de problemas éticos. As células- tronco também podem ser obtidas no sangue do cordão umbilical das crianças recém nascidas, após o parto.
Turbinando a reparação tecidual
Nesse caso, células-tronco podem se beneficiar de modificações genéticas que as tornem mais resistentes aos danos causados por lesões e doenças degenerativas. A doença de Parkinson, por exemplo, é caracterizada pela perda progressiva e irreversível de neurônios dopaminérgicos.
As principais características das células-tronco são a capacidade de autorrenovação e de se diferenciarem em diversos tipos celulares. Desta forma, acredita-se que células-tronco presentes nos diferentes tecidos tenham papel regenerativo quando estes sofrem uma lesão ou injúria.
Além de sua capacidade de diferenciação, as células-tronco destacam-se por sua capacidade de autorrenovação. Isso quer dizer que essas células são capazes de proliferar-se e gerar outras células-tronco idênticas.
Hoje ainda não há onde fazer tratamento com células-tronco no Brasil. Entretanto, já se pode fazer uso de células-tronco em tratamentos médicos no país em alguns casos especiais. A prática médica permite que determinado procedimento seja realizado com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pelo paciente.
Uma seringa com 20 milhões de células-tronco custa em média R$ 1 mil para os veterinários. Um tratamento simples, que não envolva procedimentos cirúrgicos mais complexos, fica em torno de R$ 2 mil para o cliente.
São três os principais tipos de células-tronco. As células-tronco embrionárias e as adultas (encontradas principalmente na medula óssea e no cordão umbilical), que têm fontes naturais. E as células pluripotentes induzidas, que foram obtidas por cientistas em laboratório em 2007.
Essas células-tronco podem produzir diferentes tipos de células sanguíneas. Crianças e adultos: A medula óssea e o sangue de crianças e adultos contêm células-tronco. Essas células-tronco só podem produzir células sanguíneas. Estas células-tronco são normalmente utilizadas para transplantes.
O potencial terapêutico das células-tronco
É essa capacidade de autorrenovação e divisão constantes que é essencial para a reparação de tecidos danificados ou para a substituição de células que vão morrendo, tornando-se, então, a peça-chave no tratamento de várias doenças.
Além da célula-tronco hematopoética, pesquisas recentes têm demonstrado a presença de células-tronco específicas, presentes em tecidos como fígado, tecido adiposo, sistema nervoso central, pele etc. A utilização para fins terapêuticos dessas células também tem sido alvo de vários estudos.
- Enterrar o umbigo de recém nascido debaixo do cocho para dar sorte. Idem, debaixo da porteira para ser fazendeiro. - Quem conserva o umbigo, guardado como lembrança ou quem o enterra nunca sairá a viajar. E se o fizer, estará sempre desejoso de voltar a terra onde nasceu.
Antigamente, era comum enterrar o umbigo dos bebês. Mas não em qualquer local, pois isso determinaria sua vida futura. Enterrar embaixo de uma roseira faria da menina uma linda mulher.
Dessa maneira, segundo a crença mais comum, ele deve ser colocado em um local importante para os pais ou até mesmo para o bebê. Outra simpatia diz ainda que o umbigo deve ser enterrado nos pés de uma roseira para que a criança cresça bonita e saudável.
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