O grafeno é um material bidimensional formado por átomos de carbono que se organizam em uma estrutura hexagonal.
Grafeno é apresentado em forma de arame, composto por uma estrutura hexagonal de átomos de carbono, com ligação sp2, sendo um material bidimensional. Em 1962 Hanns-Peter Boehm o nomeou pois, sua constituição grafite (carbono) com o sufixo eno, originou o nome grafeno.
Um desses novos materiais é o óxido de grafeno, que possui estrutura semelhante ao grafite, mas possui grupos funcionais contendo oxigênio, como carbonilas, hidroxilas e grupos epóxi.
As principais características do grafeno são: extremamente resistente (mais do que o próprio diamante), flexível, com excelentes propriedades térmicas, transparente, impermeável e com condutividade elétrica 100 vezes mais rápida que o cobre.
As caracterizações das amostras foram realizadas por meio das análises de espectroscopia Raman, espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X (XPS), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX).
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O estudo, publicado na revista Chemosphere descreve resultados obtidos com a degradação química do nanomaterial de grafeno utilizando um produto muito comum e de baixo custo: o hipoclorito de sódio (água sanitária).
O grafeno pode ser produzido por um método espantosamente simples: grudando e desgrudando uma fita adesiva em que se colocou uma lâmina de grafite, o mesmo material usado no interior dos lápis, até restar apenas uma camada de átomos de carbono.
O valor médio de uma folha de grafeno é de US$25 (pouco mais de R$104), 1kg do material é estimado em cerca de US$ 300.000 (mais de um milhão de reais).
Toxicidade do grafeno
Depois que a membrana é perfurada, uma folha de grafeno inteira pode ser puxada para dentro da célula, onde perturba o funcionamento normal da célula, eventualmente levando-a à morte.