- Micoses cutâneas: envolvem as camadas mais profundas da epiderme e seus tegumentos, o cabelo e as unhas. - Micoses subcutâneas: envolvem derme, tecidos subcutâneos, músculo e fáscia. Suscitam pouca ou nenhuma resposta imune do hospedeiro, não sendo combatidas por ele.
As micoses subcutâneas são causadas por um grupo bem diversificado de fungos que se caracterizam por causar lesão no tecido subcutâneo iniciada pela inoculação traumática de microrganismos.
INTRODUÇÃO E DEFINIÇÕES
As micoses subcutâneas são infecções fúngicas que acometem primariamente a pele e tecidos subcutâneos, e geralmente desenvolvem-se após penetração do organismo na pele em local de pequenos traumas.
As regiões mais afetadas pelas micoses foram as unhas dos pés (71%) e a região plantar (14%), seguidos pela região das unhas das mãos (9%).
Não existe transmissão inter-humana do fungo Paracoccidioides spp., nem de animais ao homem. No entanto, os indivíduos estão expostos ao risco por inalação de propágulos infectantes, dispersos no solo. A principal porta de entrada do fungo no organismo é por via inalatória.
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São infecções cosmopolitas causadas por fungos de baixa virulência, que convivem pacificamente com o hospedeiro, mas ao encontrarem condições favoráveis, como distúrbios do sistema imunológico, desenvolvem seu poder patogênico, invadindo os tecidos.
As micoses sistêmicas endêmicas no Brasil são: Paracoccidioidomicose, Histoplasmose, Coccidioidomicose e Criptococose.
As micoses podem ocorrer em qualquer parte do nosso corpo, todavia, são mais comumente encontradas em locais onde existem dobras de pele, como axilas, entre os dedos e na virilha.
- Micoses cutâneas: envolvem as camadas mais profundas da epiderme e seus tegumentos, o cabelo e as unhas. - Micoses subcutâneas: envolvem derme, tecidos subcutâneos, músculo e fáscia. Suscitam pouca ou nenhuma resposta imune do hospedeiro, não sendo combatidas por ele.