Os sintomas de uma ligeira intoxicação por monóxido de carbono incluem desmaio, sensação de confusão, cefaleia, vertigens e outros similares aos da gripe. Exposições longas podem conduzir a uma intoxicação grave no sistema nervoso central, no coração e até levar à morte.
Quando o tempo de inalação aumenta, os sintomas agravam-se e podem causar intoxicação do sistema nervoso central, convulsões, diminuição na frequência cardíaca e na respiração, provocando a morte do organismo.
O CO tem 200-250 vezes mais afinidade pela hemoglobina que oxigênio, expulsando e impedindo o transporte de oxigênio nessas células para o resto do corpo. A falta de oxigênio causa hipoxia tóxica, principalmente nas extremidades.
O monóxido de carbono liga-se à hemoglobina com alta afinidade, sendo muito maior do que a afinidade pelo oxigênio; assim a intoxicação pelo monóxido de carbono causa alteração do transporte e utilização de oxigênio.
Tratamento. Os pacientes devem ser removidos da fonte de monóxido de carbono (CO) e estabilizados conforme necessário. Administram-se 100% de oxigênio (com máscara) e tratamento de suporte.
O monóxido de carbono possui cerca de 200 vezes mais afinidade com a hemoglobina que o gás oxigênio e, ao ligar-se a ela, diminui a quantidade de hemoglobina disponível para o transporte de O ...
O gás usado na cidade continha 20% de CO, de modo que a exposição a pequenas quantidades já presentava um risco importante de toxicidade. A primeira descrição da intoxicação por monóxido de carbono data de pelo menos 200 aC por Aristóteles.
Além dos automóveis e indústrias, o monóxido de carbono pode ser emitido por fornos a lenha, fornalhas, equipamentos de aquecimento de ambientes à base de gás ou querosene, entre outros.
A principal via de intoxicação com o monóxido de carbono é a respiratória, que faz com que o CO chegue aos pulmões rapidamente e cause a intoxicação.