Princípios orientados para a prática profissional Compromisso com o aprendizado contínuo e com a capacitação. Evitar conflitos de interesse. Advogar pela profissão. Respeito e equidade com os públicos.
Como vimos, capacidade técnica, transparência, lealdade, independência e credibilidade são ativos importantes para a conquista e a fidelização de clientes, sobretudo no setor de investimentos porque o atendimento precisa ser bastante próximo e personalizado. Continue acompanhando o blog da SmartBrain!
Em 1979, Tom Beauchamp e James Childress apresentam, pela primeira vez, os quatro princípios bioéticos: Beneficência, Não Maleficência, Autonomia e Justiça.
Beauchamp e James Childress publicaram o livro “Princípios da Ética Biomédica”, introduzindo a Bioética a teoria principialista, na qual são abordados quatro princípios éticos como referência: autonomia, beneficência, não-maleficência e justiça (COSTA; GARRAFA; OSELKA, 1998).
A moral refere-se ao conjunto de normas e regras baseadas na cultura e nos costumes de determinado grupo social. Já a ética é o estudo e reflexão sobre a moral e sobre os princípios que sustentam e orientam as ações humanas.
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O princípio jurídico da moralidade exige respeito a padrões éticos, de boa-fé, decoro, lealdade, honestidade e probidade na prática diária de boa administração.
Valores morais são princípios que orientam a conduta das pessoas numa sociedade. Os valores morais dizem respeito ao bem, em oposição ao mal, ou ao correto, em oposição ao errado. Assim, dizemos que certas atitudes são aceitas moralmente porque estão em conformidade com certos princípios – os valores morais.
Os princípios éticos são, enfim, fundamentos nos quais se fundam a ação humana dirigida para o bem. Desse modo, por princípio, deve-se optar pela prática de virtudes, ou seja, inclinar-se para o que tem valor moral, como forma de implementar o comportamento ético.
Os três princípios identificados pelo Relatório Belmont foram o respeito pelas pessoas (autonomia), a beneficência e a justiça (Pessini, Barchifontaine26, 1996).
Para tal, três princípios básicos são usados como norteadores: a beneficência, o respeito à pessoa e a justiça.
O Código de Nuremberg estabelece um paciente falante e que tem autonomia para decidir o que é melhor para ele e agir em conseqüência. Ele requer que o pesquisador proteja os melhores interesses do seu paciente, mas também proclama que Page 2 os sujeitos podem ativamente se protegerem a si mesmos.