Conflitos assim ocorrem quando, por exemplo, pais brigam com os professores porque não gostaram da nota do filho, um aluno pratica bullying com o outro ou professores discutem entre si por assuntos alheios à escola.
Quando os conflitos não são resolvidos, se transferem os danos das partes envolvidas para a sociedade. Isto atinge a capacidade cooperativa da sociedade como um todo, seu sistema de governança, a sua ordem econômica, e as relações sociais.
Podem ser objeto de uma mediação os conflitos entre alunos, entre alunos e professores, entre professores, pais e professores, casos de indisciplina e bullying, atos infracionais de menor gravidade, casos de violência entre alunos e até mesmo conflitos com a vizinhança e o entorno escolar.
Resolver um conflito de merge no GitHub
Justamente pela variedade de estilos, culturas e valores a escola também se caracteriza como um espaço de conflitos. Aprender a lidar com os conflitos escolares de forma positiva é essencial para o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis e de um ambiente escolar sustentável.
Os conflitos surgem sobre ideias e opiniões contrárias, que não são aceitas pelos outros colegas. Muitos conflitos também surgem do desrespeito de alunos para com professores e entre colegas que não respeitam limites e regras. Para conviver bem é preciso respeitar. Na nossa escola os conflitos são levados a direção.
Esse tipo de comportamento diante de conflitos na escola aponta a busca da própria satisfação. O indivíduo esforça-se para convencer as partes de que o seu ponto de vista é o certo, e outros são errados. Pode valer-se até de recursos como pressão, poder e influência para alcançar esse objetivo.
É importante que gestores acompanhem o desenrolar das ações, sobretudo no começo, e monitorem os resultados. Uma boa ideia é criar uma categorização chamada “Mediação de conflitos na escola”, ou algo do tipo, dentro do aplicativo de comunicação oficial da instituição.