A Região Fiscal onde é emitido o CPF (definida pelo nono dígito) tem as seguintes identificações:
Algoritmo do CPF
Para quem sabe ler, meia palavra basta; para quer sabe matemática, apenas 9 dos 11 dígitos do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) bastam - os outros 2, nós descobrimos. A verdade é que estes dois últimos dígitos são os chamados "dígitos verificadores". Eles dependem dos outros 9.
Porém, os dígitos verificadores servem para alertar que o número foi escrito de forma inadequada, sem precisar acessar o banco de dados da Receita Federal. Regra Prática. O número de um CPF tem 9 algarismos e mais dois dígitos verificadores, que são indicados após uma barra. Logo, um CPF tem 11 algarismos.
Para saber de onde é um CPF, basta ignorar os dois dígitos verificadores e observar o último algarismo da “parte inteira”. A tabela acima dirá de onde ele é. Por exemplo: se existisse, o CPF 629353495-31 seria da Bahia ou de Sergipe, porque 5, o último algarismo antes dos dígitos verificadores, identifica esses dois Estados.
O cálculo de validação do CPF é bem direto. Ele funciona através de pesos associados a cada número e uma divisão pelo número primo 11 ao final. Vamos vê-lo em etapas. Começamos utilizando os 9 primeiros dígitos multiplicando-os pela sequência decrescente de 10 à 2 e somamos esse resultado.
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