O petróleo também é capaz de intoxicar os animais marinhos, causando danos, por exemplo, no sistema nervoso, além de causar asfixia e morte pelo aprisionamento no óleo. Animais como peixes e tartarugas marinhas são amplamente prejudicados. Aves marinhas também são amplamente afetadas.
A utilização do petróleo traz grandes riscos para o meio ambiente desde o processo de extração, transporte, refino, até o consumo, com a produção de gases que poluem a atmosfera. Os piores danos acontecem durante o transporte de combustível, com vazamentos em grande escala de oleodutos e navios petroleiros.
O petróleo é um óleo escuro que, ao ser lançado no ambiente aquático, forma uma grande barreira que impede a penetração da luz. Por bloquear a luminosidade, o petróleo é responsável por impedir que o fitoplâncton realize fotossíntese, o que afeta negativamente esses seres vivos.
Os principais problemas causados pela extração do petróleo:
Pode levar a formação de acido nítrico, nitratos (o qual contribui para o aumento das partículas inalá- veis na atmosfera) e compostos orgânicos tóxicos. Além disto, pode levar a formação da chuva ácida, causando danos à vegetação e à colheita (Vesilind e Morgan, 2011).
O uso de barragens flutuantes para conter a dispersão do petróleo, a queima deste combustível na superfície marinha, e a retirada de seu excesso por certos tipos de bóias absorventes presentes em embarcações marítimas, são outras alternativas utilizadas para controlar os vazamentos deste composto no mar. Impactos sobre a vida marinha.
E vai contaminando a água e impactando, de forma drástica, a vida marinha e de todos os organismos que tenham o seu habitat próximo da região afetada. Dada à urgência desse problema, que tem afetado o nosso país, confira a seguir, 5 consequências e perigos do vazamento de petróleo.
Em relação ao primeiro grupo, o impacto associado ao excesso de petróleo no ambiente marinho se revela nas taxas fotossintéticas e respiratórias, visto que o petróleo envolve as algas formando um filme que reduz a difusão de gases.
No início de novembro, a Procuradoria da República no Rio Grande do Norte e a Polícia Federal apontaram que um navio de bandeira grega carregado de petróleo venezuelano, o NM Bouboulina, é o principal suspeito pelo vazamento.