Os acidentes de trânsito, os homicídios e os suicídios respondem, em conjunto, por cerca de dois terços dos óbitos por causas externas no Brasil. As taxas são consideravelmente mais altas na população de adultos jovens, principalmente do sexo masculino.
2.4 CAUSAS EXTERNAS
Podem-se definir as mortes causadas por fatores externos, como uma morte “não natural”, provocada por uma intervenção voluntária, como por exemplo, o homicídio ou suicídio, ou por uma causa brutal, como um acidente de trânsito (DIAS JÚNIOR, 2004).
As causas externas são traumatismos, lesões ou quaisquer outros agravos à saúde – intencionais ou não – de início súbito e como consequência imediata de violência ou outra causa exógena.
O capítulo XIX (Lesões, envenenamentos e algumas outras conseqüências de causas externas) refere traumatismos, queimaduras, envenenamentos ocasionados nas pessoas, por quaisquer tipos de acidentes, homicídios e suicídios, que são, por sua vez, tratados no capítulo XX (Causas externas de morbidade e mortalidade).
De acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e problemas relacionados à Saúde (CID 10ª Revisão), os acidentes e violências são denominados de causas externas.
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Entre as causas mais prevalentes de morbidade, destacam-se as doenças circulatórias, neoplasias e doenças respiratórias.
Trata-se de arrancá-lo de um estado de diminuição intelectual e moral, muitas vezes provocado por suas renúncias, frente as modernas e cruéis condições de vida.
As causas externas são todos os acidentes e violên- cias. No Brasil, como em vários países, estão entre os mais importantes problemas de Saúde Pública e as le- sões delas decorrentes são classificadas segundo a in- tenção do ato.
Definição : Número de óbitos pela causa específica, expresso por 100 mil habitantes, ocorridos em determinado local e período.