Os grandes projetos prometiam trazer o desenvolvimento, mas sua implantação promoveu a concentração de terras, a violência e a miséria no campo, o inchaço urbano, além gerar maior concentração de renda.
A implantação dos grandes projetos na região Sudeste do Pará, provocou não só degradações ambientais em terras indígenas, mas também impactos culturais e identitários. ... A chegada desses grandes empreendimentos provoca impactos sobre o modo tradicional de ocupação e utilização de suas terras.
Com exceção do Programa Piloto Internacional, que quer contribuir ao desenvolvimento sustentável e ao manejo dos recursos naturais, todos os programas de desenvolvimento levaram a uma crescente destruição das florestas tropicais, significando 14% da área florestal da Amazônia.
Esses empreendimentos são responsáveis pela concentração de terras, devastação florestal, mudanças nas relações de trabalho e uma série de outras mudanças, que se dão, em pare, pela imposição dos grandes empreendimentos e, por outro lado, pela aceitação por parte dessas populações.
A expansão da fronteira agrícola, que desenha no território nacional um arco de desmatamento no qual é chamado também de “arco do fogo”, teve o seu começo na década de 1960 com a expansão das lavouras de soja e de áreas de pasto no estado do Mato Grosso - que, depois de 1977, foi dividido em Mato Grosso e Mato Grosso ...
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A agricultura e a pecuária, grandes obras de infraestrutura, a exploração madeireira, a grilagem de terras, o garimpo e a expansão dos assentamentos humanos são atividades com grandes impactos sobre a floresta, especialmente quando são feitas de forma ilegal ou sem obedecer a um zoneamento ecológico-econômico.
O desmatamento, as queimadas, a garimpagem, o agropastoreio e a biopirataria representam os principais problemas ambientais enfrentados pelo bioma amazônico. O conjunto formado por essas ações devastadoras é responsável por graves mudanças climáticas em todo o planeta, como o aquecimento global.
Os impactos provocados pela Vale no Maranhão e Pará, por onde percorre os trilhos da Estrada de Ferro Carajás, são enormes os mais variados possíveis. Entre os mais comuns estão atropelamentos de pessoas devido a falta de segurança na estrada de ferro.
Extração mineral e meio ambiente
A região da Serra dos Carajás é também alvo de polêmicas envolvendo ambientalistas. Como a maior parte jazidas minerais estão localizadas em áreas cobertas por floresta, muito do que foi construído e explorado até hoje foi às custas da destruição da vegetação, solos e rios amazônicos.
O Programa Grande Carajás (PGC), oficialmente lançado em 1982, tinha como objetivo realizar a exploração integrada dos recursos dessa província mineralógica, considerada a mais rica do mundo, contendo minério de ferro de alto teor, ouro, estanho, bauxita (alumínio), manganês, níquel, cobre e minérios raros.
Expansão da fronteira agrícola, obras de infraestrutura, assentamentos humanos e apropriação de terras públicas são as principais causas da perda de cobertura florestal. Embora a região possua as maiores reservas de água doce do planeta, boa parte da população amazônica não dispõe de água própria para o consumo.
Uma ruptura no entorno ambiental proporciona a eles uma chance de começar a crescer e se espalhar. Essas plantas podem assumir o controle da natureza, eliminando a vegetação local. Poluição: A poluição, seja de que forma for, seja ar, água, terra ou ruído, é prejudicial ao meio ambiente.
A situação de fragilidade das redes urbanas amazônicas está relacionada à criação de impedimentos para os fluxos de pessoas, mercadorias e serviços, cabendo destacar: a) as grandes distâncias que separam as capitais das demais cidades e vilas; b) a carência de infra-estrutura nos setores de transporte e comunicação em ...
Os Grandes Projetos são empreendimentos econômicos de larga escala que visam à produção (geração de capital) por meio da exploração dos recursos naturais da Amazônia, bem como a organização e controle do território e, caracterizam- se, principalmente, pela grandiosidade das construções, da mobilização de capital e de ...
Os grandes projetos na Amazônia foram programados obedecendo à uma política de desenvolvimento regional para aproveitamento do seu potencial energético, quer na forma de geração de energia hidrelétrica, ou de exploração madeireira das áreas inundáveis, assim como o poten- cial mineral através do Projeto Grande Carajás.
Em termos de realização de Grandes Projetos, os principais empreendimentos produtivos que se instalaram na região amazônica foram estes: a Usina Hidrelétrica de Tucuruí (UHT), sobre o rio Tocantins; o da Mineração Rio do Norte (MRN), de exploração de bauxita metalúrgica, a noro- este do Estado, no município de ...
A extensão do projeto exigiu a implantação de uma pesada infra-estrutura, o que implicou na construção da hidrelétrica de Tucuruí, da estrada de ferro Carajás e do porto de Ponta da Madeira, em São Luís.
Mais tarde, no que depois veio a ser conhecida como a Província Mineral de Carajás, foi encontrado ouro, prata, manganês, cobre, bauxita, zinco, níquel, cromo, estanho e tungstênio. Enfim, um verdadeiro Eldorado.
Pode-se apontar que as principais atividades degradantes da qualidade ambiental na região são os resíduos sólidos sem tratamento e destino adequado, os incêndios florestais e urbanos, a rede de esgoto ineficiente, inexistente e sem tratamento e a poluição aquática de rios e igarapés.
O nome S11D
O empreendimento recebeu este nome a partir da sua localização: trata-se do bloco D do corpo S11, que fica na Serra Sul da grande região de Carajás. Ao norte, está a Mina de Carajás, em operação desde 1985, situada em Parauapebas, município vizinho a Canaã.
O desmatamento na Amazônia é um dos problemas ambientais mais graves do Brasil e que afeta diretamente esse bioma. Desde 2012 ele tem voltado a aumentar e as principais causas estão relacionadas com o aumento das fronteiras agropastoris, a falta de políticas públicas ambientais mais eficazes e de fiscalização do local.
Entre as principais causas do desmatamento da Amazônia, podem-se destacar a impunidade a crimes ambientais, retrocessos em políticas ambientais, atividade pecuária, projetos de extração de madeira, mineração, estímulo à grilagem de terras públicas e a retomada de grandes obras.
Com a diminuição das árvores devido às queimadas e ao desmatamento, as chuvas também diminuem, prejudicando populações que estão distantes do problema. Há também questões relacionadas à saúde humana, como problemas respiratórios, aumento da poluição e da sensação térmica na região etc.
Dentre os principais impactos ambientais causados pela atividade humana, principalmente pelas empresas, podemos citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, inundações, erosões, poluição, mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, chuva ácida, agravamento do efeito estufa e destruição de habitats.
O desmatamento leva à perda de serviços ambientais, que têm um valor maior que os usos pouco sustentáveis que substituem a floresta. Estes serviços incluem a manutenção da biodiversidade, da ciclagem de água e dos estoques de carbono que evitam o agravamento do efeito estufa.
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