A diferença entre uma imagem tirada tem muito a ver com a iluminação que, às vezes, é diferente. Quando olhamos no espelho não conseguimos ver a distinção da iluminação. Quando nos olhamos no espelho, focamos em apenas uma determinada parte, e não olhamos para o restante do corpo ou para o que está ao lado.
A ciência explica: a culpa é do espelho. Depois de ficar na frente do reflexo por uns minutos, começamos a nos achar mais bonitos. Isso ocorre por causa do “Efeito da Mera Exposição”, formulado em 1968 pelo psicólogo polonês Robert Zajonc.
As pessoas veem o oposto do que você vê no espelho. Isso ocorre porque o espelho inverte as imagens que reflete. O reflexo muda para a esquerda e para a direita em qualquer imagem que ele refletir.
A imagem que vemos em um espelho se chama reflexo. O reflexo ocorre quando a luz atinge uma superfície; quando não consegue atravessar essa superfície, a luz ricocheteia, ou seja, é refletida. A maioria das superfícies absorve certa quantidade de luz e reflete outra quantidade.
COMO EU ME VEJO E VOCÊ ME VÊÉ de Clarice Lispector (1920-1977), escritora e jornalista ucraniana naturalizada brasileira, a afirmação: “Sou como você me vê. ... Nem sempre a forma como nós nos vemos coincide com a forma como os outros nos veem.
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Nosso rosto não é simétrico. Por isso, quando olhamos sempre da mesma forma, parecemos no espelho a mesma pessoa. Mas, ao tirar uma foto em um ângulo diferente, podemos parecer uma pessoa diferente. O fato é que nós nos vemos sempre em uma versão espelhada.
O que ocorre é que passamos horas de nossas vidas nos vendo nos espelhos. Estamos acostumados à imagem de nós mesmos, sempre refletida nos espelhos. Quando a imagem é revertida (em relação à do espelho) nas fotos, tudo parece errado.
5- A ciência explica!
Em síntese, com as notas que cada um deu para si, na comparação com as notas dadas por terceiros, chegou-se à média de que, terceiros avaliaram em 27% a mais a aparência das pessoas, ou seja, a ciência prova que você é muito mais bonito do que pensa”, aponta.
A pesquisa realizada por Nicholas Epley, da Universidade de Chicago e por Erin Whitchurch, da Universidade de Virginia, revela que temos tendência de nos percebermos mais bonitos e atraentes e de nos achamos melhores do que realmente somos, não apenas fisicamente, mas em todos os sentidos.