Violência obstétrica é um tipo de violência de gênero. Além de ser um tipo de violência que só afeta mulheres pelo simples fato de que apenas as mesmas passam pela experiência da gestação e do parto, atitudes desrespeitosas podem estar relacionadas à esteriótipos do que uma mulher deveria ou não fazer.
Tipos de violência obstétrica
A violência obstétrica engloba todos os tipos de agressões sofridas pela parturiente durante o trabalho de parto, pós parto e abortamento. Para muitas mulheres o parto se transforma em um acontecimento doloroso e traumático, somado e múltiplas intervenções e direitos violados.
A violência obstétrica é praticada por quem realiza a assistência obstétrica. Médicos (as), enfermeiros (as), técnicos (as) em enfermagem, obstetrizes ou quaisquer outros(as) profissionais que preste em algum momento esse tipo de assistência pode ser autores(as) da mencionada violência.
Denunciar no Ministério da Saúde; Denunciar o Hospital junto ao Ministério Público; Ingressar com representação administrativa junto ao Conselho Regional de Medicina.
Violência Obstétrica caracteriza-se por abusos sofridos por mulheres quando procuram serviços de saúde na hora do parto. Os maus tratos podem ocorrer como violência física ou psicológica, gerando vários traumas às mulheres.
Ou seja, com base em informações suficientes e em sua experiência, é a vítima da violência que sabe quando passou por um momento em que se sentiu violentada. Mas, muitas vezes, a violência obstétrica é causada em meio à desinformação da mulher sobre o parto.
A violência obstétrica é muitas vezes decorrente de uma falta de consentimento na realização das intervenções e escolhas durante o parto. Por isso, um bom instrumento para evitá-las é preparar um plano de parto junto com o obstetra.
De deboches e xingamentos a cortes e intervenções desnecessárias no corpo da gestante, a violência obstétrica tem diversas nuances. Em comum, o desrespeito com a mulher. Negar atendimento ou impor dificuldades para que a gestante receba os serviços que são seus por direito.
Embora seja muito aliada ao parto em si, mulheres que sofreram um aborto também podem ser vítimas de violência obstétrica.