Cada tipo tem um tratamento específico e, mesmo que tenham padrões comuns, ainda assim não é possível criar uma só fórmula para acabar de vez com essas doenças. O processo de pesquisa é gradual e distinto, onde, num grau comparativo, a oncologia ainda é uma área da medicina que “sabe pouco” sobre seu foco de atuação.
Atualmente, muitos tipos de câncer são curados, desde que tratados em estágios iniciais, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. Por isso, é importante realizar alguns exames para detectar o câncer o mais precocemente possível.
O único lugar onde há uma cura para todos os tipos de câncer é dentro de uma notícia falsa ou maliciosa. Apesar da enorme evolução no tratamento e até de uma certa obsessão na busca por uma cura universal, o fato é que essa doença apresenta cada vez mais sua complexidade conforme a ciência a desvenda.
Alguns pacientes acreditam que nada mais pode ser feito se a doença não puder ser curada e interrompem o tratamento. Porém, radioterapia, quimioterapia, cirurgia e outros tratamentos geralmente podem retardar o desenvolvimento da doença e ajudar a controlar os sintomas.
Além dos danos causados pela invasão, obstrução e outros efeitos da metástase, juntamente com o câncer pode ocorrer a síndrome paraneoplásica, que se caracteriza por alterações endócrinas, neurológicas, mucocutâneas e hematológicas que podem ser detectadas em exames clínicos e laboratoriais.
Embora ainda não exista cura para o câncer, detectar e tratar a doença em um estágio inicial aumenta a chance de sobrevivência dos pacientes e pode remover todas as células cancerígenas, estado chamado de “remissão” pelos médicos. No entanto, o câncer pode retornar após a remissão, às vezes, depois de muitos anos.
Isso pode fazer com que as células percam esse nutriente essencial e não consigam sobreviver. Se isso for verdade, um medicamento que consiga atuar nesses receptores seria capaz de iniciar a recuperação em outros pacientes, sem os indesejáveis efeitos colaterais provocados por tratamentos mais tradicionais para o câncer.
"Cuidei de três casos com metástases impressionantes, mas apenas observamos os pacientes e eles se recuperaram", lembra Garrett Brodeur, do Hospital Infantil da Filadélfia. Para evitar o sofrimento dessa espera, Brodeur está buscando entender os mecanismos por trás do desaparecimento de um câncer.
Quando ela se encaminhava para o doloroso tratamento para o câncer, seus médicos notaram, com muito espanto, que o tumor desapareceu misteriosamente durante a gravidez. Nove anos depois, a mulher não apresenta nenhum sinal de recaída.
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