O Rio Nilo percorre vários países: Uganda, Tanzânia, Ruanda, Burundi, Sudão, Sudão do Sul, Etiópia e Egito.
Localizado no continente africano, esse rio é de extrema importância para toda a sociedade que o rodeia, sendo item essencial para entendermos o desenvolvimento de civilizações milenares, como a egípcia. O Nilo passa por 10 países africanos até desaguar no mar Mediterrâneo, por meio de sua foz no Egito.
Do lago Vitória, o Nilo segue por Uganda, Sudão do Sul e Sudão. Recebe o nome de Nilo Branco ao sair do Sudão do Sul, e na cidade de Cartum (capital do Sudão) se une ao Nilo Azul, depois recebe o rio Atbara. Então o Nilo prossegue até o Cairo, no Egito, onde forma o Delta do Nilo, que deságua no Mar Mediterrâneo.
Trata-se de uma bacia exorréica (deságua no mar ou oceano), com curso perene (possui água o ano todo). O Nilo tem coloração mais escura, pois possui em seu curso alto teor de matéria orgânica, também conhecida como húmus. Cataratas: são consideradas quedas d água, cachoeiras ou saltos de água.
O rio Nilo na História do Egito Antigo
Os egípcios usavam a água para beber, pescar e irrigar a agricultura (através de canais de irrigação). Após a cheia do rio, ficava nas margens um lodo fértil (húmus) que fertilizava o solo para o plantio. O rio era utilizado também como via de transporte de mercadorias e pessoas.
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“O Nilo é tão importante para o Egito que grande parte da população, cerca de 90%, encontra-se estabelecida em suas margens. ... A civilização egípcia dependia das cheias do rio Nilo para a fertilização do solo e, consequentemente, desenvolvimento da agricultura; além de captação de água e pesca.
Por estar em meio ao deserto, o rio Nilo passou a ser fundamental para o desenvolvimento da civilização egípcia. O rio era utilizado como via de transporte, pessoas e mercadorias. Suas águas também eram usadas para beber, pescar e fertilizar as margens na época das cheias, o que favorecia a agricultura.
Por ser uma região de clima seco e área desértica, os egípcios da região do vale souberam aproveitar as enchentes periódicas do rio Nilo para obter água e tornar a terra propícia à prática da agricultura.
O regime do Rio Nilo é pluvial tropical, com grande irregularidade no volume de água. Suas enchentes são consequência das chuvas de verão que caem sobre o planalto etíope, com mais intensidade no mês de setembro, e elevam o nível de suas águas até sete metros acima da altura normal.
O Egito está localizado na África, mais precisamente na porção nordeste desse continente, em uma área geograficamente de contato com a Ásia, na região chamada de Oriente Médio.
Nasce a uma altitude de 1430 metros, ligeiramente a sul do lago Tanganica, na Zâmbia, muito perto da sua fronteira com a Tanzânia; atravessa o território da República Democrática do Congo e de Angola para desaguar no oceano Atlântico, num amplo estuário.
É também o rio mais profundo do mundo, com 230 metros de profundidade no baixo Congo. Banha duas capitais: Brazavile, na República do Congo e Quinxassa, na República Democrática do Congo. Devido à constância do seu enorme caudal, é navegável por barcos de grande tonelagem até Matadi, na República Democrática do Congo.
O rio Nilo era considerado um D s. Ele favorecia a agricultura com seu regime de cheias, dessa forma, quando o nilo estava em cheia ele fertilizava a terra e quando baixava a terra estava propicia para a agricultura e extremamente fértil.
“O Egito é uma dádiva do Nilo”
Através de um sistema hidráulico aproveitava-se a água abundante para o cultivo da agricultura, o que seria impossível sem a presença das águas do rio, já que a região é composta predominantemente por zonas de deserto.
No Império Antigo, período que durou cerca de 500 anos (2686-2181 a.C.), a economia era principalmente agrícola e fortemente dependente do Rio Nilo. O rio inundava os campos ao longo de suas margens, tornando a terra fértil. Também permitia o transporte de mercadorias por todo o país.
A mumificação é uma técnica usada para preservar humanos e animais. Os egípcios acreditavam que se tratava de um processo essencial para assegurar a passagem do morto para a outra vida, por isso, quando um egípcio morria, os embalsamadores recolhiam o corpo para um local próprio, onde procediam à mumificação.
No Egito Antigo, a escrita tinha uma grande importância no desenvolvimento de atividades de cunho sagrado e cotidiano. ... Logo em seguida, havia a escrita hierática, uma simplificação da hieroglífica, e a demótica, utilizada para escritos de menor importância.
Dos túmulos simples aos mais sofisticados, os egípcios sempre davam uma grande atenção para seus mortos. Portanto, as pirâmides eram construídas para ser o túmulo do faraó, ou seja, o corpo do faraó seria ali preservado até este retornar da morte, para viver eternamente.
A principal atividade econômica dos egípcios era a agricultura. Os egípcios cultivavam trigo, cevada, linho, algodão, legumes, frutas e papiro, planta com a qual faziam um papel de boa qualidade. Os egípcios não conheciam o dinheiro, por isso, eles compravam e vendiam através de trocas. ...
O governo dos faraós era hereditário. Todo o poder era organizado a partir do palácio. O palácio era a sede do governo. O poder do faraó era absoluto, interferindo na administração judicial, religiosa, militar, económica, em todos os níveis da vida egípcia.
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