O cálculo do ânion gap é uma forma simples de avaliar a existência de ânions não mensurados, como lactato, acetoacetato e beta-hidroxibutirato. O excesso desses ácidos orgânicos causa uma redução no bicarbonato sérico (por reações químicas de tamponamento) que não está associada à elevação do cloro.
Ânion (íon negativo): átomo que recebe elétrons e fica carregado negativamente. Exemplos: F-1, O-2. Cátion (íon positivo): átomo que perde elétrons e adquire carga positiva. Exemplos: Mg+2, Pb+4.
As causas mais comuns de acidose metabólica de hiato aniônico normal são: perda de bicarbonato pelo trato gastrointestinal ou renal, e incapacidade renal de excretar ácidos.
Acidose Metabólica com Ânion Gap Aumentado (Acidose AG) Um AG >12 indica o acúmulo de ácidos não-clorídricos. Ou seja, algum ácido (H+) está causando uma redução no pH e, consequentemente, na sua dissociação, gerando um ânion (¹ Cl–) que irá aumentar o AG.
Princípio da Eletroneutralidade: os elétrons em uma molécula devem estar distribuídos de forma que as cargas nos átomos fiquem o mais próximo possível de zero. A soma das cargas formais dos átomos sempre será igual à carga do íon.
As causas da Alcalose determinam o seu tipo, sendo eles: Alcalose metabólica: Causada por existir perda excessiva de substâncias ácidas e ganho excessivo de base. Alcalose respiratória: Acontece quando o nível de dióxido de carbono (CO2) está baixo no sangue. Provocada por crises de ansiedade ou estresse.